Quando o andebol é (mesmo) para todos

Tânia ri-se. Sabe que já fez asneira, mas isso não a impede de seguir o exercício com a bola de andebol nas mãos. Só se detém quando remata à baliza. A treinadora procurou corrigi-la, mas já não foi a tempo. “Quantos passos podemos dar com a bola na mão?”, questiona Isabel Carolino, técnica do Cister Sport de Alcobaça, que há pouco mais de um ano abraçou o projeto Andebol4All, proposto pelo clube ao Centro de Educação Especial, Reabilitação e Integração de Alcobaça. 

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