Quarta-feira, Junho 17, 2026
Quarta-feira, Junho 17, 2026

A família da Pederneira que quer dinamizar a cultura da região

Data:

Partilhar artigo:

Costuma dizer-se que “quem sai aos seus não degenera”. Neste caso, em concreto, quem saiu aos seus… criou a Casa do Adro, na Pederneira, uma associação cultural que pretende trabalhar na educação de públicos e dinamizar a cena cultural do concelho da Nazaré. 

Costuma dizer-se que “quem sai aos seus não degenera”. Neste caso, em concreto, quem saiu aos seus… criou a Casa do Adro, na Pederneira, uma associação cultural que pretende trabalhar na educação de públicos e dinamizar a cena cultural do concelho da Nazaré. Sara Louraço Vidal é uma das representantes da associação, que “nasceu” durante um jantar de aniversário de um familiar. De facto, está “tudo em família”: além de Sara, a Casa do Adro conta com a participação do irmão Filipe Vidal e da mãe Maria Cecília Louraço.

A ideia de criar uma associação surgiu a partir da vontade de preservar e divulgar o trabalho de… outro familiar. Manuel Coelho da Silva, avô de Sara e Filipe, natural do Minho e ourives de profissão, que se fixou na Nazaré depois de passar por Lisboa e Alcobaça. A veia artística da família vem do avô, que além do desporto também se notabilizou em diversas artes plásticas.

Região de Cister - Assine Já!

A Casa do Adro nasceu em fevereiro do ano passado e desde então tem desenvolvido inúmeras atividades de diversos tipos de expressão artística. A associação tem sede numa habitação no coração da Pederneira, “muito perto” da Antiga Casa da Câmara, onde, aliás, desenvolve uma grande parte das atividades.

O funcionamento da atividade assenta em três vertentes. A principal prende-se com a formação artística, já que só assim é que se pode “garantir o futuro cultural” do concelho. É com esta ideia em mente que a Casa do Adro disponibiliza aulas de pintura, danças europeias e guitarra e, no próximo fim de semana, recebe a atriz nazarena Tânia Chita para uma oficina de iniciação ao teatro. 

As duas vertentes restantes baseiam-se na criação de espetáculos artísticos regulares e da exposição permanente do trabalho de Manuel Coelho da Silva, apresentado na sede da associação.

Apesar de parecer um “negócio de família”, a Casa do Adro está aberta a todos aqueles que pretendam trabalhar no âmbito da cultura. Prova dessa abertura é o “acolhimento” de Ruben Marques, mais um filho da terra, que se encontra a realizar um estágio curricular na associação. As portas daquela casa estão, especialmente, abertas para si.

 

AD Footer

Artigos Relacionados

Quatro histórias, uma certeza: a arte pode (mesmo) salvar

Há coisas sobre as quais nos detemos em busca de uma explicação, mas que teimam não ter uma...

Dezenas de pessoas marcaram presença na inauguração pública do Centro Cultural de Turquel

O novo Centro Cultural de Turquel (CCT) foi inaugurado na tarde do passado sábado, no âmbito das Festas...

Conclusão das obras no IC9 previstas para setembro

Os constrangimentos provocados pelo encerramento do IC9 são uma realidade que tem assolado diariamente os habitantes do concelho...

Projeto de aluno da EPN procura transformar a mobilidade em Portugal

Uma cadeira de rodas de 180 quilos e um País com lacunas profundas ao nível da acessibilidade. Foi...

Aceda ao conteúdo premium do Região de Cister!