Segunda-feira, Fevereiro 2, 2026
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A família da Pederneira que quer dinamizar a cultura da região

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Costuma dizer-se que “quem sai aos seus não degenera”. Neste caso, em concreto, quem saiu aos seus… criou a Casa do Adro, na Pederneira, uma associação cultural que pretende trabalhar na educação de públicos e dinamizar a cena cultural do concelho da Nazaré. 

Costuma dizer-se que “quem sai aos seus não degenera”. Neste caso, em concreto, quem saiu aos seus… criou a Casa do Adro, na Pederneira, uma associação cultural que pretende trabalhar na educação de públicos e dinamizar a cena cultural do concelho da Nazaré. Sara Louraço Vidal é uma das representantes da associação, que “nasceu” durante um jantar de aniversário de um familiar. De facto, está “tudo em família”: além de Sara, a Casa do Adro conta com a participação do irmão Filipe Vidal e da mãe Maria Cecília Louraço.

A ideia de criar uma associação surgiu a partir da vontade de preservar e divulgar o trabalho de… outro familiar. Manuel Coelho da Silva, avô de Sara e Filipe, natural do Minho e ourives de profissão, que se fixou na Nazaré depois de passar por Lisboa e Alcobaça. A veia artística da família vem do avô, que além do desporto também se notabilizou em diversas artes plásticas.

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A Casa do Adro nasceu em fevereiro do ano passado e desde então tem desenvolvido inúmeras atividades de diversos tipos de expressão artística. A associação tem sede numa habitação no coração da Pederneira, “muito perto” da Antiga Casa da Câmara, onde, aliás, desenvolve uma grande parte das atividades.

O funcionamento da atividade assenta em três vertentes. A principal prende-se com a formação artística, já que só assim é que se pode “garantir o futuro cultural” do concelho. É com esta ideia em mente que a Casa do Adro disponibiliza aulas de pintura, danças europeias e guitarra e, no próximo fim de semana, recebe a atriz nazarena Tânia Chita para uma oficina de iniciação ao teatro. 

As duas vertentes restantes baseiam-se na criação de espetáculos artísticos regulares e da exposição permanente do trabalho de Manuel Coelho da Silva, apresentado na sede da associação.

Apesar de parecer um “negócio de família”, a Casa do Adro está aberta a todos aqueles que pretendam trabalhar no âmbito da cultura. Prova dessa abertura é o “acolhimento” de Ruben Marques, mais um filho da terra, que se encontra a realizar um estágio curricular na associação. As portas daquela casa estão, especialmente, abertas para si.

 

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