Domingo, Novembro 27, 2022
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Especial RC: Um ano depois

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Desde que foi fundado, em 6 de março de 1993, o semanário REGIÃO DE CISTER manteve-se fiel ao compromisso firmado com os leitores e assinantes, mas tem atravessado várias fases. Há um ano, deixou de pertencer à empresa Prosa Perfeita, que tinha adquirido o título à Jorlis em janeiro de 2012, para passar a integrar o universo da Banda de Alcobaça, uma associação cultural que desenvolve atividades relacionadas com o ensino da música e da dança e organiza eventos culturais de relevo como o Cistermúsica, o Concurso Internacional de Música de Câmara de Alcobaça ou o Gravíssimo (festival e academia de metais graves). 

Desde que foi fundado, em 6 de março de 1993, o semanário REGIÃO DE CISTER manteve-se fiel ao compromisso firmado com os leitores e assinantes, mas tem atravessado várias fases. Há um ano, deixou de pertencer à empresa Prosa Perfeita, que tinha adquirido o título à Jorlis em janeiro de 2012, para passar a integrar o universo da Banda de Alcobaça, uma associação cultural que desenvolve atividades relacionadas com o ensino da música e da dança e organiza eventos culturais de relevo como o Cistermúsica, o Concurso Internacional de Música de Câmara de Alcobaça ou o Gravíssimo (festival e academia de metais graves). 
As primeiras medidas da nova administração, liderada por Rui Morais, visaram “uma reaproximação à comunidade”. “Era necessário devolver valor aos leitores e assinantes, por isso avançámos com uma promoção do preço da assinatura dos 40 para os 32 euros e aumentámos o número de páginas da edição semanal de 16 para 20, procurando corrigir decisões anteriores que, em nosso entender, não foram benéficas para o jornal”, explica o administrador. 
“Um segundo objetivo era desenvolver uma estratégia em que, mantendo a qualidade da edição em papel, o REGIÃO DE CISTER fosse também uma referência regional nos conteúdos digitais. O novo site foi um primeiro passo nesse sentido. Finalmente, a aquisição do jornal visava também dar maior amplitude comunicacional aos projetos educativos e artísticos da Banda”, sublinha Rui Morais.
Um ano depois da mudança de propriedade, o balanço “não podia ser mais positivo”, assegura o jornalista Joaquim Paulo, que assumiu a direção do semanário após a entrada na Banda de Alcobaça e considera que “a marca REGIÃO DE CISTER cresceu muito” nos últimos doze meses.
Ao mesmo tempo em que aumentou o número de páginas, o REGIÃO DE CISTER reforçou o número de especiais e suplementos com jornais escolares e das freguesias, tendo lançado novas iniciativas editoriais, como o Made in Cister, um produto destinado a valorizar os setores mais tradicionais da nossa economia.
“Tínhamos a Rede PME, projeto com o qual já reunimos 90 empresas dos concelhos de Alcobaça e Nazaré, mas faltava outro produto que agregasse setores tradicionais e de grande relevância para a economia local, regional e nacional”, sublinha Joaquim Paulo. A primeira iniciativa do Made in Cister foi dedicada à cerâmica, com uma conferência pública a decorrer na fábrica da SPAL. A segunda iniciativa teve lugar na lota do Porto de Abrigo da Nazaré, tendo como objeto de intervenção as pescas. “Foram dois momentos marcantes, surpreendemos as pessoas com o formato da iniciativa, que ainda consistia na produção de um documentário em vídeo e de uma revista”, frisa o jornalista, que colaborou com o REGIÃO DE CISTER nos primeiros anos de vida do jornal e que integra os quadros da publicação desde 2003.
Outra das mudanças estruturais no jornal deu-se com o projeto Rede PME, cuja 3.ª série teve de ser ampliada por duas vezes, até perfazer as 35 empresas aderentes. O jantar-conferência de encerramento do projeto foi outro ponto alto do ano de 2014 para o REGIÃO DE CISTER. O evento decorreu no Museu do Vinho, em Alcobaça, com o jornalista Martim Avillez Figueiredo como orador-convidado.
Ainda em curso está outro projeto inovador lançado no ano passado: a coleção dos Forais manuelinos, cujos fascículos são editados com a Câmara Municipal de Alcobaça e têm a chancela do professor Saul António Gomes.  Já foram publicados os fascículos de Maiorga, Alcobaça, Alfeizerão, Aljubarrota, Cela, Coz e Évora. Seguem-se os de Alpedriz (13 de março), São Martinho do Porto (17 de abril), Turquel (15 de maio) e Paredes de Vitória (11 de junho). Já reservou o seu?

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