Quarta-feira, Janeiro 28, 2026
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Grupo Parras Vinhos construiu jardim com utentes do Ceeria

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“Gestos que marcam” foi o mote para a ação de team-building que cinquenta elementos do grupo Parras Vinhos levaram a cabo, no passado sábado, no centro de Atividades Ocupacional, em Chiqueda, que pertence ao Centro de Educação Especial, Reabilitação e Integração de Alcobaça (Ceeria).

“Gestos que marcam” foi o mote para a ação de team-building que cinquenta elementos do grupo Parras Vinhos levaram a cabo, no passado sábado, no centro de Atividades Ocupacional, em Chiqueda, que pertence ao Centro de Educação Especial, Reabilitação e Integração de Alcobaça (Ceeria).

Plantar flores e vegetais, pintar bancos e mesas, criar uma vedação segura e um piso apropriado. Estas foram algumas das tarefas realizadas nas traseiras do centro, que envolveram bem mais do que cinquenta pares de mãos, para que passasse a existir um jardim adequado às necessidades de todos os utentes que frequentam o Ceeria.

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Na elaborada labuta, os “donos” do espaço também quiseram dar uma mãozinha… alguns abraços, muitos sorrisos e espalhar alegria. 

“Foi um dia diferente, fora da rotina, o que lhes deu um entusiasmo acrescido”, contou Ana Pós de Mina, gestora de qualidade do Ceeria. “Eles nunca estranham quem aparece novo, muito pelo contrário, são eles que colocam os visitantes à vontade”, acrescenta Ana Pós de Mina.

O entusiasmo podia ver-se e, sobretudo, sentir-se. Entre lavandas plantadas, para que se pudessem cheirar e arrancar para os “arranjinhos” de flores, até às pequenas alfaces, que vão servir para futuras colheitas dos utentes, cada elemento do trabalho era visto como novidade e alegria pelos funcionários do Grupo Parras Vinhos.

A iniciativa “fomentou o espírito de equipa e a coesão”, afirmou a diretora dos Recursos Humanos e Comunicação do grupo de empresas do setor vitivinícola. “A recetividade e a capacidade de ajuda” dos utentes do centro, sublinhou Elisabete Rios, foi “o que mais surpreendeu todos os trabalhadores”. 

Havia quem ajudasse no piso irregular, na pintura dos bancos ou nas diversas plantações. “Cada um fez uma atividade na qual se sentia confortável”, acrescenta a gestora de qualidade do Ceeria.

Uma tarde divertida e produtiva, que não se resumiu apenas ao lazer, mas sim a um futuro espaço de convívio e colheita de memórias destinado aos que por lá passam tempo. Há, realmente, gestos que marcam.

 

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