Quinta-feira, Setembro 24, 2026
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Historiadores apresentaram “A Alcobaça de Domingos Alvão”

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“A Alcobaça de Domingos Alvão” foi apresentada na Feira de São Bernardo, este sábado, pelos historiadores alcobacenses Rui Rasquilho e António Maduro. O lançamento decorreu no anfiteatro do MercoAlcobaça, espaço que a Câmara estreou este ano no certame dedicado à literatura e aos livros.

“A Alcobaça de Domingos Alvão” foi apresentada na Feira de São Bernardo, este sábado, pelos historiadores alcobacenses Rui Rasquilho e António Maduro. O lançamento decorreu no anfiteatro do MercoAlcobaça, espaço que a Câmara estreou este ano no certame dedicado à literatura e aos livros.

A obra, que reúne fotografias de Domingos Alvão, considerado um dos melhores fotógrafos portugueses do século XX, “ilustra uma Alcobaça antiga, que passa pela paisagem urbana e rural e a incontornável arquitetura do Mosteiro de Alcobaça”, conta António Maduro. O professor refere, também, o “registo etnográfico e romântico que caracteriza uma Alcobaça muito antiga, já desaparecida”, devido à extinção de alguns hábitos de trabalho representados. 

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Até à data, as fotografias nunca haviam sido editadas em conjunto, tornando esta obra uma referência histórica. 

Por sua vez, o historiador Rui Rasquilho sublinhou a importância da reunião de todo o material, que se encontrava guardado na Biblioteca Municipal de Alcobaça. “Já conhecíamos muitas fotografias de Domingos Alvão, mas saber que havia vários álbuns, cuidadosamente guardados e com extrema qualidade, foi emocionante”, conta. Após uma breve conversa com a Câmara de Alcobaça foi acordado que era imprescindível dar a conhecer as imagens aos munícipes. “Foi então que tivemos acesso a todos os álbuns e, tendo em conta a sua qualidade, soubemos que podíamos fazer história”, adianta.

O presidente da Câmara de Alcobaça sublinhou que “neste trabalho há imagens de extrema importância histórica, nomeadamente quanto ao Mosteiro”. Paulo Inácio considerou ainda “que é muito importante ter sido dado ao público este testemunho histórico, mesmo para as gerações vindouras”.

No primeiro dia do certame também a escritora Vanda Furtado Marques apresentou a obra “Joana, a Princesa de Portugal”. 

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