Sexta-feira, Agosto 12, 2022
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Songs of Brothers preparam edição de disco “em família”

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Os “manos” Renato e Liliana Caetano formam, há cerca de um ano, um par musical. Os Songs of Brothers nasceram dos laços fraternos da guitarra de Renato e do acordeão de Liliana.

Os “manos” Renato e Liliana Caetano formam, há cerca de um ano, um par musical. Os Songs of Brothers nasceram dos laços fraternos da guitarra de Renato e do acordeão de Liliana.

“Além de sermos irmãos, também somos amigos”, confessa o guitarrista. Esta relação parece ser o segredo dos Songs of Brothers. De outra forma “não seria possível criar música juntos”. E é mesmo “criar” música que une os irmãos, naturais dos Moleanos, num laço tão forte. “Gostamos muito de música e de tocar”, acrescenta. 

Apesar de terem experiência musical de longa data, e até já terem pertencido a outros projetos musicais, os Songs of Brothers “começaram a formar-se há cerca de um ano”. A “estreia a sério” deu-se com um “showcase”, no âmbito da edição deste ano do Moleanos Pedra Rock Fest, provando a missão deste festival em apoiar aos músicos da região.

Os irmãos apontam para as próximas semanas o lançamento do seu primeiro disco, que terá como “primeira malha” uma canção intitulada “Life To Live”. Vida para viver, em português. O lançamento do primeiro “single” dos irmãos deverá acontecer “muito brevemente” na página do Facebook da banda.

O nome é suficientemente esclarecedor do estilo dos moleanenses. “A vida é para viver e aproveitar”, defende o guitarrista, acrescentando que “cada um tem o seu caminho, que pode ser difícil, mas não podemos desistir”. O caminho faz-se caminhando, portanto.

É “difícil catalogar” o género musical dos Songs of Brothers. A começar pela parelha de instrumentos e a terminar nas variadas influências musicais, o som dos músicos naturais dos Moleanos é “mutável”, encontrando-se algures entre o country, folk ou o rock alternativo. 

Além disso, o projeto musical dos Songs of Brothers ainda não está concluído. O que desde cedo começou com guitarra e acordeão, depressa se tornou num conjunto muito maior, com a adição da voz, piano, bateria e sanfona, entre outros instrumentos musicais.

Os “manos” músicos vão buscar inspiração ao mundo que os rodeia e pretendem continuar a criar a própria identidade. Para o futuro, o par ambiciona poder continuar a tocar, criar música e, com isso, “alimentar” a paixão que sentem pela arte.

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