Terça-feira, Dezembro 6, 2022
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Câmara prepara candidatura à Área de Localização Empresarial da Benedita

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A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro publicou o aviso para o apoio à localização de empresas, o que abre caminho à apresentação da candidatura da Câmara de Alcobaça à tão aguardada instalação da Área de Localização Empresarial da Benedita (ALEB). 

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro publicou o aviso para o apoio à localização de empresas, o que abre caminho à apresentação da candidatura da Câmara de Alcobaça à tão aguardada instalação da Área de Localização Empresarial da Benedita (ALEB).

“É uma excelente notícia, pela qual aguardávamos há algum tempo”, comentou ao REGIÃO DE CISTER o chefe do executivo municipal. “Estávamos à espera deste aviso e agora estamos a preparar o dossiê de candidatura. Até março vão ser analisadas as primeiras candidaturas e estamos convencidos de que havemos de ter financiamento para o projeto”, nota Paulo Inácio.

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A autarquia recorreu a várias consultoras para desenvolver o projeto, entre as quais empresas de avaliação ambiental, de especialidades e de estudo de pressupostos do plano de pormenor da ALEB, para que “tudo esteja conforme aquando da análise do projeto de execução para o lançamento da empreitada pela CCDR”, frisa o social-democrata.

A Câmara de Alcobaça ainda não tem uma previsão sobre o montante global de investimento, mas o chefe do executivo municipal não tem dúvidas de que “ultrapassará os 5 milhões de euros”, o que “obrigará a um concurso público internacional, com um caderno de encargos bastante mais complexo”. 

“Devemos ter o orçamento no mês de janeiro, mas será dos maiores concursos de sempre do concelho”, afirma Paulo Inácio, que já tinha admitido, no final do mês de setembro, que a autarquia necessitaria de uma verba de 6,5 milhões de euros para avançar com a 1.ª fase da ALEB.

O projeto, que foi iniciado pelo último executivo de José Gonçalves Sapinho (2005-2009) debaixo de grande polémica devido ao elevado custo de aquisição do terreno,  consiste na implementação de um parque empresarial na Quinta da Serra, num terreno que integra o Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros. 

Resolvidas as questões ambientais e processuais junto de entidades como a Infraestruturas de Portugal, o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas ou a CCDR Lisboa e Vale do Tejo (que supervisionou o processo), a autarquia pretende constituir uma Zona Empresarial Responsável, com uma área de 53,7 hectares, constituído por 76 parcelas que se destinam à instalação de indústria, logística, armazenagem, comércio e serviços.

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