Domingo, Março 15, 2026
Domingo, Março 15, 2026

Padel: Patrícia Ribeiro quer manter-se no topo

Data:

Partilhar artigo:

A alcobacense Patrícia Ribeiro terminou o ano de 2018 na 5.ª posição do ranking da Federação Portuguesa de Padel, subindo dois lugares comparativamente ao ano anterior.

Para a antiga campeã nacional de ténis, 2018 “foi um ano muito positivo“, em que concretizou “o principal objectivo da época“, que era a presença “no Mundial de Padel, no Paraguai“, contou Patrícia Ribeiro ao REGIÃO DE CISTER, notando ainda que foi um ano “excelente em termos de evolução técnica e tática“.

A alcobacense iniciou o seu percurso desportivo no ténis aos 5 anos, no Clube de Ténis de Alcobaça, tendo sido campeã nacional nas camadas jovens várias vezes. Mas uma lesão crónica no cotovelo, aos 19 anos, obrigou-a a pôr um ponto final numa carreira ainda curta, mas muito promissora. 

Região de Cister - Assine já!

Em termos individuais, sagrou-se campeã nos escalões de sub-12 e sub-14, tendo sido também a melhor na vertente de pares em quase todos os escalões de formação, em duplas femininas e mistas. Foi ainda vice-campeã nacional em 2001, ao lado da irmã Filipa Ribeiro.

Depois de vários anos sem jogar, decidiu, em 2015, “experimentar ter aulas de padel“, com um “amigo do ténis“ e passado apenas um mês disputou o primeiro  torneio da modalidade. “Correu bastante bem e o bichinho da competição apoderou-se novamente“ da tenista. Desde então que compete todos os fins de semana, continuando com o mesmo treinador, Diogo Schaefer, e no mesmo clube, o Lisboa Racket Centre.

O que distingue as modalidades é a “vertente mais social“ do padel, “por se jogar sempre a pares“, sendo que “até pais e filhos podem jogar juntos”, explica a alcobacense, enquanto que o ténis é “jogado maioritariamente em singulares“, tendo “uma aprendizagem mais lenta“ e exigindo “muito mais do praticante“, sendo, no entanto, um “desporto muito desafiante, que exige muita técnica e muito treino“.

Ainda assim, a  grande diferença que a jogadora encontra é que no ténis “era jogadora profissional”, enquanto que agora tem de “trabalhar 8 horas por dia e ainda encontrar tempo para os treinos”. Quanto a preferências “é muito difícil responder“, neste momento é “o padel“, mas há uns anos era “o ténis“.

Para 2019 o objetivo é “fazer ainda melhor“, “participar no Europeu“ e chegar ao “top-4 do ranking” nacional. “Trabalhar diariamente para chegar cada vez mais próximo das jogadores de topo“ é a meta. 

AD Footer

Artigos Relacionados

Atletismo: Beatriz Castelhano convocada para o Campeonato do Mundo

Beatriz Castelhano (Sporting) foi convocada para representar Portugal no Campeonato do Mundo de Pista Curta, que vai decorrer...

Helena Rodrigues: atleta de alta competição soma prémios nacionais e internacionais

Acordar às cinco e meia da manhã. Todos os dias. Sem exceção. Antes das sete já está no...

Alunos do 1.º ciclo descobrem instrumentos na Academia de Música de Alcobaça

O Município de Alcobaça está a promover o contacto de alunos do 1.º ciclo com a música através...

‘Incel’: alunos de informática alertam para bullying online

Os alunos do 1.º e 2.º ano do curso Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos (TGPSI)...

Aceda ao conteúdo premium do Região de Cister!