Sexta-feira, Abril 19, 2024
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Futebol: Da elite do futebol nacional à Honra pela mão do Ginásio

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Privou no balneário com jogadores incontornáveis do futebol nacional como João Vieira Pinto, João Tomás, Wender, Hêrnani Bastos, foi treinado por técnicos como Lito Vidigal, Manuel Machado, Jorge Costa e Vítor Oliveira, com quem foi campeão da 2.ª Liga em 2013/2014, mas é nos balneários de equipas de escalões inferiores que prefere estar. 

Privou no balneário com jogadores incontornáveis do futebol nacional como João Vieira Pinto, João Tomás, Wender, Hêrnani Bastos, foi treinado por técnicos como Lito Vidigal, Manuel Machado, Jorge Costa e Vítor Oliveira, com quem foi campeão da 2.ª Liga em 2013/2014, mas é nos balneários de equipas de escalões inferiores que prefere estar.

Pela honestidade e pela humildade com que os jogadores se relacionam, o brasileiro Anilton Júnior escolheu o Ginásio para continuar a carreira aos… 40 anos.

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“Num nível muito alto há conversas que não temos entre colegas e quando estamos num balneário como o do Ginásio a brincadeira e o tipo de relações são completamente diferentes”, conta ao REGIÃO DE CISTER, relembrando que também iniciou a carreira “nos escalões inferiores”.

O central, que é mais uma das opções para o treinador Leandro Santos, chegou a estar no mesmo relvado do que estrelas mundiais como o guardião germânico Oliver Kahn, os brasileiros Zé Roberto e Lúcio, o francês Ribéry ou o italiano Luca Toni quando representou o Sp. Braga.

Talvez por isso não seja de estranhar que no campeonato já houve quem lhe tenha pedido uma fotografia no fim do jogo.

Mas, ao REGIÃO DE CIST ER, o brasileiro diz-se focado na luta pela titularidade. “Temos de encarar o treino como se fôssemos profissionais”, aponta o jogador, revelando que está preparado para se sentar no banco se o mister assim o entender.

“A experiência é uma mais valia, mas não é tudo. Se um jogador mais novo estiver em melhor forma serei o primeiro a apoiar a escolha do treinador”,revela Anilton, explicando que está “muito feliz com a forma como foi recebido pela Direção, treinador e colegas.

“Sinto-me muito bem no grupo e acredito que posso ajudar com a minha experiência no futebol profissional”, assevera. José Anilton Júnior chegou a Portugal para representar o Desp. Aves, em 2006, e durante onze temporadas jogou mais de duas centenas de encontros entre 1.ª e 2.ª Liga por clubes como o Sp. Braga, Portimonense e Moreirense.

Em 2015 ruma à U. Leiria, clube que representou durante as últimas cinco épocas até surgir o convite do Ginásio.

Foi pela mão dos azuis que o brasileiro sentiu a motivação para continuar a treinar e a jogar, apesar de ter poucos meses de casa já nutre um amor enorme pelo clube. Tanto que confidenciou ao REGIÃO DE CISTER que seria um orgulho terminar a carreira com o símbolo do Ginásio ao peito. “Ficarei muito lisonjeado se isso acontecer”, remata.

De preferência com as bancadas repletas de adeptos.

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