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Alcobaça e Nazaré preparam projeto para criar mobilidade suave no rio Alcoa

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Quatro anos depois de ter sido apresentada a intenção de ligar Alcobaça e Nazaré através de um percurso pedonal e ciclável ao longo das margens do rio Alcoa, o projeto de mobilidade suave ganhou um novo fôlego com a notícia de que os dois municípios pretendem avançar com uma candidatura a fundos comunitário, no eixo da mobilidade do quadro Portugal 2020, até ao próximo mês de outubro. 

Quatro anos depois de ter sido apresentada a intenção de ligar Alcobaça e Nazaré através de um percurso pedonal e ciclável ao longo das margens do rio Alcoa, o projeto de mobilidade suave ganhou um novo fôlego com a notícia de que os dois municípios pretendem avançar com uma candidatura a fundos comunitário, no eixo da mobilidade do quadro Portugal 2020, até ao próximo mês de outubro. Para isso, é necessário ainda recolher todos os pareceres necessários ao processo das diversas entidades.

Ao percurso de 14 quilómetros, que inicia na Fervença, em Alcobaça, e termina na foz do rio, na Nazaré, foi dado o nome de “Caminhos dos Monges – Entre a Terra e o Mar”. O projeto, apresentado em conferência de imprensa, no Your Hotel & Spa, esta terça-feira, inclui a criação de 11 passagens aéreas, uma zona de observação de aves e e uma via para um autocarro elétrico, beneficiando o meio ambiente e qualificando o espaço.

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“É um dos projetos mais importantes do concelho de Alcobaça, que liga dois territórios e que tem uma força de marketing territorial muito grande”, sublinhou o presidente da Câmara de Alcobaça. Paulo Inácio admitiu aos jornalistas ser “um projeto de grande investimento” mas “com repercussões no turismo, no trabalho, na mobilidade e na consolidação das margens do rio”. Também o presidente da Câmara da Nazaré enalteceu as vertentes da “mobilidade” e da “intermunicipalidade”. “Não acredito que haja dois municípios a afirmarem-se lado a lado, com um projeto comum e alavancador dos territórios”, afirmou Walter Chicharro, destacando a importância do eixo de Valado dos Frades no projeto. 

Depois da apresentação do projeto, o secretário de Estado Adjunto e do Desenvolvimento Regional reconheceu que se trata de um “projeto ambicioso”, ao mesmo tempo que antevê não ser “uma obra barata”, apesar de não ter sido dado a conhecer o valor previsto do investimento. 

A presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro deixou recomendações: “É muito importante evidenciar a vertente da mobilidade suave do projeto ambiental”, reiterou Isabel Damasceno, lembrando que são necessários todos os pareceres das entidades parceiras.

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