Quinta-feira, Abril 16, 2026
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Misericórdia de Alfeizerão quer manter Centro de Acolhimento

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A Santa Casa da Misericórdia de Alfeizerão tem uma resposta social única no distrito que já ajudou “mais de 90 agregados” em pouco mais de dois anos. O Centro de Acolhimento e Urgência Social está aberto 24 horas por dia e acolhe maioritariamente sem abrigos ou desalojados económicos e sociais.

A Santa Casa da Misericórdia de Alfeizerão tem uma resposta social única no distrito que já ajudou “mais de 90 agregados” em pouco mais de dois anos. O Centro de Acolhimento e Urgência Social está aberto 24 horas por dia, 365 dias por ano e acolhe maioritariamente sem abrigos ou desalojados económicos e sociais.

Depois de dois anos inseridos num projeto-piloto, Cátia Camacho faz um balanço positivo desta “aventura”. É um “trabalho de grande responsabilidade e que tem de ser feito”, defende a responsável pelo Centro de Acolhimento. Já o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Alfeizerão garante que o projeto pode continuar depois da “avaliação a nível nacional” desta iniciativa da Segurança Social. 

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Ainda que a comunidade de Alfeizerão “não tenha reagido muito bem numa primeira fase”, o Centro de Acolhimento e Urgência Social tem como objetivo “satisfazer as necessidades da população, à semelhança de todos os serviços” da Misericórdia de Alfeizerão, garante José Luís Castro.

A funcionar nas antigas instalações da Misericórdia de Alfeizerão, o Centro de Acolhimento e Urgência Social funciona como uma “resposta de último recurso” para pessoas que se vêem temporariamente sem “meios de autonomia”, , explica Cátia Camacho, responsável por aquele centro. Durante o tempo de estadia no centro, os serviços da Misericórdia tentam encontrar “alternativas” para garantir a tal “autonomia” a quem procura o centro de acolhimento. 

O Centro de Acolhimento e Urgência Social da Misericórdia de Alfeizerão tem vaga para 20 pessoas com acolhimento misto. A taxa média de ocupação é de cerca de 50% e acolhe pessoas de várias partes do distrito de Leiria e até de Lisboa, uma vez que os centros de acolhimento temporário daquele distrito “costumam estar completamente lotados”, explica Cátia Camacho. 

Só este ano, o Centro de Acolhimento e Urgência Social já acolheu perto de uma dezena de agregados, sendo que três deles eram composto por “seis elementos da mesma família”. Num desses casos, conta Cátia Camacho, uma “mãe e cinco filhos” foram alojados em Alfeizerão devido a conflitos familiares e, mesmo, violência doméstica. 

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