Quinta-feira, Maio 28, 2026
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GAFA “dispara” em novo ciclo de atividades

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“Ambição, ética, agenda própria e sem agendas pessoais” são as palavras de ordem de uma nova “era” do agora denominado Grupo de Fotografia de Alcobaça (GAFA), que anuncia um período de mudança, quer internamente, quer na relação com a comunidade.

“Ambição, ética, agenda própria e sem agendas pessoais” são as palavras de ordem de uma nova “era” do agora denominado Grupo de Fotografia de Alcobaça (GAFA), que anuncia um período de mudança, quer internamente, quer na relação com a comunidade. António Guerra, Bruno Januário, João Oliva Monteiro, Micael Campos e Pedro Calçada são os membros do grupo que assumiram a gestão da iniciativa. “Somos um motor, mas seremos apoiados por um grupo mais vasto, que permitirá abrir o GAFA a várias correntes, opiniões e óticas sobre fotografia”, revelou António Guerra ao REGIÃO DE CISTER. 

Aumentar a qualidade dos eventos do GAFA é um dos desafios a que o novo grupo se propõe. “Queremos sempre melhorar a qualidade dos projetos que levamos ao público e essa é uma das nossas metas”, sublinha Pedro Calçada. Para isso, os fotógrafos ambicionam atuar em duas vertentes a nível técnico: “assumindo-se como um meio de formação” e ser mais “criteriosos na forma de apresentação de exposições internamente e à comunidade”. “Este é o grande desafio: começar pela base ao nível do ensino de quem está a arrancar na atividade e conseguir arranjar um nível entre os membros do GAFA que sirva de bitola para quem está a começar e para quem já faz isto há vários anos”, afirma António Guerra. Para concretizar este desafio, o grupo ambiciona criar uma academia para “formar” o público interessado na arte. “A ambição é ser uma ferramenta de complementaridade que aproxime a comunidade interessada e que ajude a crescer, até alcançar uma certa maturidade”, revela Bruno Januário, sublinhando a ainda “prematuridade” de um projeto que ambiciona ter uma agenda própria, estabelecer protocolos com o poder local e conquistar um espaço físico. 

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Aberto à colaboração com artistas de todo o País, o grupo propõe-se ainda a alargar o espetro de atuação, estando disponível para ajudar entidades na divulgação de eventos e na logística. “Vamos todos trabalhar num sentido: por Alcobaça”, conclui António Guerra. 

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