Quarta-feira, Abril 1, 2026
Quarta-feira, Abril 1, 2026

Junta de Mira de Aire alerta para clima de insegurança

Data:

Partilhar artigo:

Ameaças, perseguições, agressões e má educação de pessoas “com alguma dificuldade em integrar-se na população residente” em Mira de Aire estão a preocupar o presidente da Junta, que denunciou a situação na última sessão da Assembleia Municipal. 

Ameaças, perseguições, agressões e má educação de pessoas “com alguma dificuldade em integrar-se na população residente” em Mira de Aire estão a preocupar o presidente da Junta, que denunciou a situação na última sessão da Assembleia Municipal. 

Alcides Oliveira pediu ajuda ao presidente da Câmara de Porto de Mós para pressionar as autoridades a reforçar o patrulhamento.

Região de Cister - Assine já!

 

“Há vários problemas de segurança na vila de Mira de Aire”, alertou o autarca, na passada sexta-feira, em Calvaria de Cima. “Têm havido ameaças, que me foram relatadas, têm havido perseguições, nomeadamente à população mais idosa, têm sido registadas agressões, que já foram alvo de participação às forças de segurança, má educação, há de tudo um pouco”, denunciou o presidente da Junta. Perante o clima de insegurança, o autarca solicitou ao presidente de Câmara “que intercedesse junto das forças de segurança para, de alguma forma, reforçar as ações de patrulhamento, de modo a que as pessoas de Mira de Aire, principalmente as mais idosas, se sintam mais seguras para andar na rua”. Ao REGIÃO DE CISTER, o social-democrata confirmou que “a situação é recorrente”, urgindo “uma ação mais atenta por parte das autoridades”. São várias as queixas e relatos de moradores ao presidente da Junta de Mira de Aire, que pedem mais segurança na vila.

À Assembleia Municipal o presidente da Câmara garantiu já ter comunicado a preocupação “da Junta e da Câmara” às autoridades. “Não é uma situação simples. Estamos a falar de agressões, mas também de vandalismo em espaços públicos. A própria Junta de Freguesia tem sido penalizada e o município também. São pessoas que respeitam muito pouco a comunidade e que não se integram nessa comunidade. Mas infelizmente quando estamos a tratar destes assuntos como eventualmente eles deviam ser tratados passam a ter um tabu. Não podemos falar neles, não podemos sequer criticar e, por isso, vamos tentar tratá-los por via da justiça, como se costuma dizer, com pinças, para não haver o pressuposto que há segundas intenções“, sublinhou Jorge Vala.

AD Footer

Artigos Relacionados

REGIÃO DE CISTER reconhecido no prémio “Desporto com Ética”

A reportagem “O desporto é (tão) mágico, mas é urgente ser respeitado”, da autoria do jornalista Rafael Raimundo...

Maiorguense distinguida no projeto nacional 50 Vozes

Inês Costa Louro, de 26 anos, integra a listo do projeto nacional 50Vozes, uma inicativa portuguesa que visa...

Jovens procuram mudar paradigma da educação em África

Tarrafal, Cabo Verde, África. Para Margarida Vicente, 26 anos, natural dos Casais de Santa Teresa, em Aljubarrota, nunca...

Ceeria faz obras de fundo na instituição

A tempestade Kristin deixou marcas visíveis no Centro de Educação Especial, Reabilitação e Integração de Alcobaça (Ceeria). As...

Aceda ao conteúdo premium do Região de Cister!