Segunda-feira, Dezembro 5, 2022
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Região de Cister retoma projeto para os mais novos

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O Região de Cister retomou o projeto Região de Cister Júnior para envolver os mais novos no jornal, com desafios e passatempos semanais. 

O Região de Cister retomou o projeto Região de Cister Júnior para envolver os mais novos no jornal, com desafios e passatempos semanais. 

O projeto dirigido aos mais novos, criado no âmbito da presença do Região de Cister na Feira de São Bernardo em 2019, foi retomado com o objetivo de ocupar jovens e crianças que estão de quarentena em casa devido à pandemia de Covid-19. A ideia é que os mais novos sejam os protagonistas de uma página do jornal, publicada todas as semanas.

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Para isso, crianças e jovens são convidados a enviar os seus desenhos para o email geral@regiaodecister.pt ou para o WhatsApp através do número 910 015 531, indicando o primeiro e último nome, idade e naturalidade. A proposta desta semana é desenhar os heróis ou heroínas desta pandemia da Covid-19.

Além disso, o Região de Cister Júnior vai estar disponível nas redes sociais, com vídeos e fotografias dos mais novos.

“Covid-19 anos depois” foi o primeiro mote lançado a sete crianças e jovens, que tinham como desafio criar e escrever uma história de ficção. Sem contacto entre elas, cada menina escreveu parte do texto, continuando a história que o elemento anterior tinha escrito. O resultado final é aqui publicado:

Ainda não consigo acreditar que já passou tanto tempo! Já lá vão 19 anos da pandemia que levou tantas vidas e nos manteve em casa durante meses, nos impediu de irmos à escola, nos impediu de sairmos à rua, de estar com os nossos amigos e família. Os anos foram passando, mas lembro-me como se fosse ontem. (Carolina Azevedo, 15 anos)
Lembro-me também do dia em que li no jornal que tinha sido encontrada uma vacina e podíamos estar descansados. Há dias a minha filha interrogou-me: “A Covid-19 demorou muito a passar?” Respondi: “Sim, mas juntos fomos mais fortes!”. Hoje, em 2039, felizmente, temos os robôs da medicina, que salvam milhões de vidas! (Camila Anastácio, 11 anos).
Nunca ninguém tinha passado por uma pandemia desta dimensão, que não afetou apenas alguns países e sim o mundo. A economia em Portugal caiu bastante, mas com a ajuda de todos os portugueses conseguimos retomá-la. Nesse momento viu-se que Portugal, apesar de ser um país pequeno, é muito forte e resistente. (Madalena Vicente, 13 anos).
Daí, termos conseguido resistir a tantos desafios! Na altura, as pessoas não levaram a sério o problema. Todos saíam à rua sem máscara e desprotegidos… até que chegou o dia em que começaram a subir brutalmente os casos e a polícia teve de começar a deter pessoas. (Matilde Vazão, 11 anos).
Ao detê-las as outras pessoas ficavam com medo e começaram a ficar em casa. Ainda me lembro do desespero quando não havia a vacina. Acho que o pior foi não ter passado a Páscoa com a minha família ou o verão com os amigos. Mas sempre tive esperança que tudo ia passar. (Carolina Neves, 10 anos)
Os profissionais de saúde, os funcionários dos supermercados, os distribuidores, os bombeiros, os padeiros, os jornalistas, todos os que precisaram de garantir os serviços mínimos, não puderam ficar em casa. Essas pessoas corriam imensos riscos durante o trabalho mas mesmo assim nunca baixaram os braços para que nada faltasse na vida dos portugueses. (Margarida Eusébio, 17 anos).
“Não podemos tomar nada como garantido” foi o que disse à minha filha durante a nossa conversa. Nada nesta vida é garantido e num segundo tudo pode mudar. Foi isso que aconteceu, de um momento para o outro fomos obrigados a estar em casa, porque se não o fizéssemos correríamos o risco de ficar infetados. De um momento para o outro o mundo mudou. Esta experiência mudou-nos. Aprendi com esta pandemia a dar ainda mais valor às coisas simples que antes tomava como garantidas, como ir passear com os meus amigos e familiares. Agora, vou mostrar à minha filha a beleza que a vida pode ter e que o mais importante é que juntos conseguimos tudo (Inês Anastácio, 16 anos).
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