Quinta-feira, Fevereiro 2, 2023
Quinta-feira, Fevereiro 2, 2023

Responsabilidade Social

Resolução de ano novo

Nunca fiz resoluções de ano novo. Mas tenho por certo que em cada dia, ou ano, ou hora que começa, há um tempo que continua Susana Santos Têm graça, as resoluções de ano novo. Têm graça e fazem sentido, sobretudo para quem aproveita esta nova volta em torno do sol para, no mesmo percurso, mudar a rota, a bagagem, o destino ou ainda o ritmo da caminhada. Se decidirmos olhar a vida como uma jornada que se constrói, então o ano novo...

“O sorriso das pedras”

Grata, por devolverem ao usufruto de quem nos visita e de quem habita estas terras de Cister, a beleza emparedada por anos de desmazelo e abandono. Susana Santos Quando visitei as obras de restauro do Claustro do Rachadouro, que agora acolhe o novíssimo hotel de Alcobaça, fiquei fascinada com a sensibilidade do arquitecto Souto Moura e grata à cadeia Montebelo e aos decisores políticos por, em boa hora, terem decidido investir neste monumento, que é património da Humanidade e nosso! Grata, por...

Pão por Deus

Perderam-se os cheiros e os miúdos pedem doces de plástico que as pessoas lhes despejam em abóboras também de plástico Susana Santos Nas vésperas do dia de...

Veio ter comigo hoje a poesia

Hoje a poesia veio ter comigo em forma de notícia e não poema. Um de nós, um dos da nossa terra, está nos comandos do...

Ler para ver melhor

Parece que os jornais em papel são cada vez menos lidos. E basta passear numa praia para verificar que há muita gente de telemóvel na...

“À espera de uma estrela ou, quem sabe, de uma chuva delas“

Nestes dias grandes, temos mais tempo para viajar, mesmo que, apenas, com o olhar, que o mesmo é dizer, recuperarmos a capacidade de nos espantarmos.Susana...

Que regressem as festas

Creio que nunca, como este ano, senti tanta vontade de festejar nem nunca tinha percebido nos outros esta imensa vontade de conviver, dançar, agradecer, sorrir...

Amália Hoje, Amália Nós

Amália não é só a nossa voz, é a nossa poesia e toda a nossa alma. A fatalidade, o tempo, o destino, o sonho, o...

Carapau seco!

Quando era pequena, a minha mãe chamava-me assim, por ser muito magra. Mas não é desse tipo de carapau seco que vos falo hoje. Na...

Gostava de falar de liberdade

Aliás, o que gostava mesmo era de não ter de falar da guerra, de nenhuma das guerras que o nosso pequeno e único mundo ainda...

Obrigada Externato da Benedita

Esta semana o Região de Cister destaca a freguesia da Benedita e os seus empreendedores, que são muitos e muito bons. Na minha opinião, de entre todas as freguesias que compõem os três concelhos abrangidos por este jornal, a Benedita talvez seja a mais atrevida, no bom sentido. Ali nascem todos os anos, sobretudo desde a década de 60, novas...

De volta aos mercados para ouvir “a voz da terra ansiando pelo mar”

Na semana passada li, com entusiasmo, um artigo assinado pela directora deste jornal, cujo título nos anunciava que ainda há vida no mercado! E que bonito é o nosso mercado! Esse lugar de encontros, de partilha, esse lugar que nos aproxima da terra e onde podemos ouvir a voz do mar! Onde, se não no mercado, podemos receber cenouras directamente das...

O Natal e o bolo de noz da minha tia

O bolo de noz não faz parte de nenhuma tradição natalícia que conheça, mas não imagino um Natal sem o bolo de noz da minha tia. Gosto muito daquele bolo, mas o que realmente me emociona são as lembranças que vêm agarradas ao caramelo que cobre o bolo: o cheiro e o estalido da lenha a queimar, a algazarra em...

“E quando de dia a lonjura dos montes Azuis atrai a minha saudade”

Quando saí pela primeira vez do abrigo da serra dos Candeeiros para entrar no Colégio, lá longe, em Leiria, percebi que nenhuma das minhas novas amigas colocava na folha de desenho um horizonte de serra, nem uma cadeia de colinas, nem o sol a nascer por entre dois outeiros simétricos.  Lá, no colégio, partilhava quarto com uma menina da Nazaré,...

Imaginem um país onde ninguém tem carro!

E se dentro de uma dúzia de anos já não tivermos carro? Se ninguém possuir um automóvel, nem tiver de pagar uma prestação, um seguro, um selo, uma portagem ou um parque nem tiver a obrigação de dispor de uma garagem para estacionar o veículo?  Conseguimos imaginar um futuro em que os carros, silenciosa e ordeiramente, obedecem apenas aos comandos...

Viver devagar

Grande parte do que fazemos, com excepção do que o instinto nos ordena ou o corpo comanda, advém de convenções sociais. Dentro delas há leis, códigos de conduta, de valores de trabalho e de comportamento, modas, costumes e mais todas as necessidades e ambições que absorvemos ou nos impõem, ensinam, sugerem… No primeiro ano de pandemia aprendemos a parar, quando nada,...

Seremos lobos ou formigas?

Estava aqui a pensar em palavras que expressam a nossa responsabilidade social, que é como quem diz, as nossas obrigações com as pessoas e o meio em que vivemos. Vieram-me à cabeça duas: “Porquê” e “liberdade”. Não parecem relacionadas, mas a verdade é que, na minha opinião, ambas revelam a nossa condição humana, por oposição às máquinas e aos...

Ensinar é mais difícil do que aprender

Um professor da nossa terra foi homenageado por ter chegado à final do concurso de professor do ano. “Acredito que o professor muda a vida dos alunos e saber ouvi-los compensou muito ao longo do meu percurso profissional”, disse, naquela ocasião, como citou este jornal. Não conheço o professor Nuno Duarte, mas tive a felicidade de conhecer muitos outros...
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