Sábado, Junho 22, 2024
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Garrafeira Victoria vai ocupar antigos contentores marítimos

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Sustentabilidade é a palavra de ordem do novo projeto da empresária Maria Inês Raimundo, que até final do ano deverá inaugurar a garrafeira Victoria, em Paredes da Vitória, em contentores marítimos que estão a ser recuperados e adaptados numa empresa em Pataias. O investimento deverá chegar aos 70 mil euros.

Sustentabilidade é a palavra de ordem do novo projeto da empresária Maria Inês Raimundo, que até final do ano deverá inaugurar a garrafeira Victoria, em Paredes da Vitória, em contentores marítimos que estão a ser recuperados e adaptados numa empresa em Pataias. O investimento deverá chegar aos 70 mil euros.

 Sócia da marisqueira Tonico, Maria Inês quer um conceito diferente para o novo espaço que vai nascer no terreno em frente ao restaurante e onde já funciona o armazém com o selo Victoria. Dali saem, desde o verão, encomendas de vinhos de todo o continente e ilhas, sobretudo através da página de Facebook e do site daquela que é a única garrafeira da União de Freguesias de Pataias e Martingança.

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Mais do que um espaço onde se escolhe e compra vinho, Victoria será um local de provas de vinhos, eventos como show cooking e atividades no verão. No telhado dos contentores vai nascer um rooftop onde Maria Inês quer instalar uma esplanada “para que os clientes possam beber tranquilamente um copo”. “Queremos fazer coisas diferentes, não queremos ser mais uma garrafeira”, sublinha a empresária de 27 anos.

A parceria com a marisqueira Tonico é outra das mais-valias do projeto. Depois de uma refeição, “a garrafeira é uma excelente opção para beber um copo e prolongar o convívio”, convida Maria Inês. 
A empresária está a preparar o catálogo de Natal e a estudar embrulhos com materiais reutilizados. “Este é um projeto apostado em tudo o que é sustentável e é dessa forma que queremos impactar as pessoas”, resume.

A aposta da jovem de Paredes da Vitória é também a de dar a conhecer vinhos de pequenos produtores. “Claro que temos vinhos mais comerciais e vinhos mais conhecidos, mas queremos mostrar os produtos dos produtores mais pequeninos”, explica a empreendedora, que trabalha também com vários rótulos da Adega Cooperativa de Alcobaça.

Este ano na garrafeira Victoria estará apenas Maria Inês, mas no próximo verão a equipa poderá crescer. A empresária, que, por causa da pandemia, interrompeu o curso de Escanção na Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste, em Caldas da Rainha, deverá retomar entretanto a formação.

Depois do primeiro vídeo promocional, já lançado, a garrafeira Victoria está a preparar um segundo, através do qual vai ser possível conhecer, aquando da inauguração, todo o processo de recuperação dos contentores marítimos.

No arranque do negócio, Maria Inês associou a garrafeira a uma causa nobre: 10 por cento de cada garrafa vendida reverteu para a Associação Protetora dos Animais da Marinha Grande, o que se traduziu numa doação de mais de 700 euros. A par desse gesto, a empresária continua a aceitar oferta de comida para os animais de quatro patas. A primeira remessa, já entregue à associação, foi de 170 quilos de alimentos.

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