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Projeto de pataiense que resultou no SAPO faz 25 anos

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Visionário, criativo e empreendedor. São adjetivos que caracterizam o pataiense Hélder Bernardo e são as características que o levaram, há precisamente 25 anos, a criar o portal SAPO (Serviço de Apontadores Portugueses Online), em conjunto com outros cinco jovens na Universidade de Aveiro.

Visionário, criativo e empreendedor. São adjetivos que caracterizam o pataiense Hélder Bernardo e são as características que o levaram, há precisamente 25 anos, a criar o portal SAPO (Serviço de Apontadores Portugueses Online), em conjunto com outros cinco jovens na Universidade de Aveiro.

A “ousadia” de criar novos projetos, que para a generalidade das pessoas estão a anos-luz ou são mesmo impraticáveis, ainda hoje acompanha Hélder Bernardo, considerado o primeiro web designer português, que trabalha em informática de sistemas na Universidade de Aveiro e, nos tempos livres, abraça duas paixões: imagens com drones e a impressão em 3D. “É o futuro”, considera o pataiense em declarações ao REGIÃO DE CISTER. “Vamos ver impressoras 3D em casa das pessoas como se fosse qualquer outro eletrodoméstico, de tal forma que se vai banalizar”, analisa o empreendedor, sublinhando a aplicabilidade da impressão 3D em áreas tão distintas como a medicina, a habitação ou a alimentação. “Imprimo em 3D diariamente”, revela, enquanto lembra a história recente de uma senhora que precisava de substituir uma parte danificada de uma seringa de pasteleiro, que já não se fabrica, e foi ele quem resolveu o problema com alguma facilidade.

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O processo de criação do SAPO foi bem mais complicado. Corria o ano de 1995 quando o SAPO se estreou, numa época em que não havia internet de forma generalizada como acontece atualmente. Nos primeiros anos da década de 1990 foi graças ao ambiente académico, onde era possível fazer experiências com tecnologia e ter acesso a equipamentos que ainda não eram uma realidade entre a população, que o grupo dos seis estudantes mergulhou no projeto.

“Foi realmente especial porque criámos uma empresa para vender publicidade na internet e era uma coisa que nunca tinha sido feita”, refere Hélder Bernardo, que se viu obrigado a “criar caminhos que nunca tinham sido trilhados em Portugal”, nomeadamente no trabalho de imagens e recursos gráficos, que, até então, eram uma realidade apenas em suporte papel.

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