Quinta-feira, Julho 7, 2022
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Tradição cristã e coesão social abençoam Semana Santa em Porto de Mós

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Dois anos depois, eis a ressureição da Semana Santa. A pandemia da covid-19 impediu as celebrações de uma data tão importante para a Igreja Católica, mas a festa cristã está de volta, este ano, a Porto de Mós. Entre os próximos dias 9 e 17 de abril, o município vai engalanar-se para recriar uma tradição que tanto diz a todos os portomosenses, estando empenhado em fazer da “Semana Santa 2022” um evento que permita reforçar os laços entre toda a população. 

Dois anos depois, eis a ressureição da Semana Santa. A pandemia da covid-19 impediu as celebrações de uma data tão importante para a Igreja Católica, mas a festa cristã está de volta, este ano, a Porto de Mós. Entre os próximos dias 9 e 17 de abril, o município vai engalanar-se para recriar uma tradição que tanto diz a todos os portomosenses, estando empenhado em fazer da “Semana Santa 2022” um evento que permita reforçar os laços entre toda a população. 

“Estamos todos ansiosos por retomar uma certa normalidade. Depois desta maldita pandemia, deparamo-nos agora com uma guerra no norte da Europa, à qual ninguém é alheio, e, como tal, também Porto de Mós tem sido um exemplo de grande solidariedade para com o povo ucraniano. A Semana Santa será mais um sinal de força do nosso município. Trata-se de uma época que sempre foi de grande envolvimento e que, agora, depois de dois anos de ausência festiva, voltará a ser de enorme coesão social e territorial. É assim que se faz um concelho”, afirmou o presidente da Câmara. Ainda de acordo com Jorge Vala, “trata-se de um momento importante e que, pode dizer-se, servirá de pontapé de saída para a normalização social que tanto é desejável”.

Já o vereador da Cultura da Câmara de Porto de Mós afirmou tratar-se de uma festa à qual “o munícipio esteve sempre ligado”, sendo que, acrescentou Eduardo Amaral, “além das celebrações cristãs, tão importantes para a população, é também uma iniciativa que vai ajudar a promover a economia local, nomeadamente os setores da hotelaria e do turismo”.

O pároco de Porto de Mós, por sua vez, sublinhou a importância desta celebração. “A igreja celebra o fundamento da fé cristã, a morte e a ressureição de Jesus Cristo, um acontecimento que tem 2 mil anos”, notou José Alves.

Um dos pontos altos da celebração da fé cristã acontecerá na Sexta-feira Santa com a recriação bíblica da Via Sacra. Um grupo de atores, profissionais e amadores, sob coordenação do Teatro Leirena, fará a recriação do momento da condenação até à morte de Jesus Cristo, com início na Igreja de São Pedro e término no Castelo. No Domingo de Ramos, haverá uma recriação da entrada de Jesus em Jerusalém, destacando-se o tapete florido de quase 50 metros, que percorre a ponte de São Pedro, em direção à igreja matriz. Ao longo da semana, a Igreja de São Pedro será palco de vários encontros culturais, com destaque para o drama musical encenado “Cantata da Ressurreição”, por Amadeu de Oliveira & Convidados, “Missa Brevis de Jacob Haan”, pelo Coro do Órfeão de Leiria, e “Cantos da Quaresma”, uma interpretação contemporânea dos cantos tradicionais com César Prata e Sara Vidal.

Já depois da “Semana Santa”, o pároco dará início à visita pascal, dirigindo-se às casas dos fiéis, rotina que a pandemia também quebrara.

Nos mesmos dias da Semana Santa, a autarquia vai ainda levar a cabo o “Festival Gastronómico do Cabrito e do Borrego” e o Festival do Folar, eventos que ajudarão a potenciar a economia local.

 

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