Quinta-feira, Março 19, 2026
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Tarde dançante põe centenas de idosos a “viajar” na pista de dança

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Quem diria que João Amarelo só aprendeu a dançar depois de se casar com a mulher, Maria Irene Sousa. O casal, que frequenta o lar do Solar de Cister, teve a “desculpa” perfeita, na passada quinta-feira, para recuar no tempo e reviver os bailaricos que frequentavam há tempos idos. A dança já não é tão frenética como antigamente – os anos já “pesam” –, mas nem por isso deixaram de dar as mãos, uma vez mais, para dançarem ao som de temas bem conhecidos do cancioneiro popular português. Mas, o caso destes eternos namorados, não fosse terem dado o nó no Dia dos Namorados, foi um entre centenas de dançarinos. Foram mais de 300 as pessoas que participaram na “tarde dançante”, organizada na Associação Recreativa de Chiqueda, na freguesia de Aljubarrota. O único requisito era serem utentes das Instituições Particulares de Solidariedade Social.

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