A Escola Básica da Vestiaria foi alvo de uma requalificação que obrigou a um investimento de 55 mil euros do Município. A intervenção, que decorreu ao longo de cerca de dois meses, abrangeu várias áreas do edifício e do espaço envolvente. Entre as obras realizadas contam-se a renovação de todas as casas de banho e a criação de instalações destinadas a professores e alunos com mobilidade reduzida. O edifício foi pintado na totalidade, o telhado foi impermeabilizado e lavado, a iluminação exterior foi renovada e foi instalado um bebedouro no exterior.
Ao REGIÃO DE CISTER, o presidente da União das Freguesias de Alcobaça e Vestiaria (Ufav), Paulo Leão, explicou que a obra foi propositadamente planeada para o verão e que tem sido acolhida de forma muito positiva. “Até à data, o feedback que recebemos foi sempre positivo, sendo que era uma obra ansiada já há bastante tempo”, assegura. O autarca admite, ainda assim, que “a comunidade quer sempre mais”, algo que considera “perfeitamente legítimo”.
Paulo Leão esclarece que a Escola Básica da Vestiaria “é a única escola da freguesia em que a União das Freguesias de Alcobaça e Vestiaria tem uma responsabilidade direta e permanente, no que diz respeito à manutenção”. É por isso que o executivo continua a olhar para o estabelecimento como uma prioridade. Para o próximo ano, está prevista uma nova intervenção no espaço exterior. “Contamos no próximo ano requalificar o parque onde as crianças brincam e se divertem, bem como alguns muros exteriores. Paralelamente, pretendemos ainda fazer uns pequenos arranjos e requalificação do campo de jogos, como por exemplo renovação da iluminação, aliando o bem-estar à eficiência energética”, sublinha.
Com estas requalificações, que a Junta afirma serem prioridades, o objetivo é “dignificar as instalações da Escola e de todos os que dela usufruem, alunos, corpo docente e não docente”. O executivo acredita que “melhores condições trazem melhores resultados e maior satisfação para as pessoas que são diretamente impactadas”. Quanto ao financiamento, a Ufav tem autonomia financeira para os trabalhos realizados, mas solicitou apoio ao Município de Alcobaça. O apoio foi concedido e permitiu que a Junta possa alocar essa verba noutros projetos.


