O ano começou a todo o gás no Instituto Educativo do Juncal (IEJ) e na Escola Profissional da Nazaré (EPN), que colocaram, literalmente, as mãos à obra para darem início ao processo de implementação dos Centro Tecnológicos Especiali zados (CTE).
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No IEJ, o anúncio foi feito pelo próprio estabelecimento de ensino nos canais digitais.“O ano começou com grandes transformações na nossa escola. As obras avançam e, muito em breve, vários espaços estarão totalmente renovados, equipados com tecnologia de última geração”, escreveu a escola numa nota informativa, deixando ainda uma mensagem sobre a melhoria das infraestruturas. “Estamos a criar ambientes modernos, funcionais e preparados para os desafios do futuro, onde os nossos alunos terão acesso às melhores condições para aprender, experimentar e desenvolver competências essenciais”, pode ler-se na mesma publicação, que acrescenta ainda que o CTE está a caminho e “representa um passo decisivo na aposta na inovação, na qualificação e numa aprendizagem cada vez mais prática, alinhada com as exigências do mundo atual”.
Recorde-se que o IEJ recebeu proposta de parecer favorável para a criação do seu Centro Tecnológico Especializado na área Industrial em maio do ano passado, estando habilitado para beneficiar de um financiamento no valor de 1,7 milhões de euros, naquela que será uma oportunidade para “transformar a escola” e reforçar “a qualidade da oferta e o futuro dos alunos”. Através deste apoio proveniente do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a escola será dotada de “novos equipamentos, oficinas tecnológicas e espaços de aprendizagem modernos, especialmente orientados para os cursos profissionais”.
O REGIÃO DE CISTER apurou ainda que o mesmo procedimento está a ser levado a cabo na EPN, com algumas aulas a terem lugar, de forma temporária, no Externato Dom Fuas Roupinho. No caso da Escola Profissional da Nazaré,este projeto vai ser executado para impulsionar a aprendizagem nos cursos de CTE nos cursos de Cozinha/Pastelaria, Restaurante/Bar e Turismo. Esta iniciativa foi igualmente financiada pelo PRR com uma verba na ordem dos 1,5 milhões de euros, e o salto qualitativo ao nível dos equipamentos tem vários objetivos: por um lado, a melhoria da qualidade do ensino que pode promover uma natural procura de mais alunos, e, por outro prisma, as novas tecnologias e instalações podem, numa fase posterior, motivar a abertura de uma oferta formativa de nível 5.

