Quarta-feira, Fevereiro 8, 2023
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PSP está há 60 anos ao serviço dos nazarenos

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A Polícia de Segurança Pública tem a missão de “garantir a diferença de tudo e de todos”. E é isso que tem feito na Nazaré, desde o dia 9 de maio de 1956. O que significa que a esquadra da PSP na Nazaré comemorou 60 anos de existência esta segunda-feira.

A Polícia de Segurança Pública tem a missão de “garantir a diferença de tudo e de todos”. E é isso que tem feito na Nazaré, desde o dia 9 de maio de 1956. O que significa que a esquadra da PSP na Nazaré comemorou 60 anos de existência esta segunda-feira.

Se há seis décadas a Nazaré precisava de uma esquadra da PSP devido ao aumento sazonal de população, hoje ainda mais assim é. “A Nazaré está na moda e não é só no verão”, defende António Caroça, comandante da PSP da Nazaré. A vila tem uma população que ronda os 10 mil habitantes “mas de um dia para o outro podem estar 100 mil” na vila, acrescenta o polícia. 

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A esquadra da PSP na Nazaré abriu portas em 1956 com um graduado e seis guardas. Seis décadas volvidas, o pessoal ascende aos 33 elementos, que diariamente mantêm a Nazaré num lugar seguro e agradável, tanto para os locais como para os visitantes. 

Este trabalho é feito principalmente “através de patrulhamento proativo nas ruas da vila”, explica o comandante. A ideia por trás desse patrulhamento passa pelos conceitos de “visibilidade e atenção”. Se os agentes da PSP forem vistos na rua, estarão a dissuadir a população de cometer eventuais crimes, considera o responsável. Por outro lado, o comandante, natural de Lisboa, abre as portas à população para partilhar qualquer tipo de informação sobre atividades suspeitas, já que só assim se pode “fazer um trabalho de proximidade”.

Na vila, o tipo de delito mais frequente é o “furto de interior de viaturas”. “De quando em vez há alguns suicídios no promontório” mas, de acordo com o comandante da esquadra, a Nazaré é uma “terra segura e tranquila”, mesmo durante os meses de verão em que o número de pessoas aumenta exponencialmente. 

Para comprovar esta tese, António Caroça aponta o Relatório de Segurança Interna, elaborado pelo Ministério da Administração Interna, do ano passado, que mostra uma diminuição do número de todo o género de crimes na Nazaré.

Com mais ou menos criminalidade, pode estar “seguro” de que a esquadra da Nazaré tudo fará para proteger pessoas e bens.

 

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