Terça-feira, Janeiro 13, 2026
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Fundação Vida Nova cria “Ponto de Encontro Familiar”

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 Através do projeto, a instituição particular de solidariedade social, sediada em Alcobaça, pretende ajudar famílias e jovens do concelho em situação de risco, devidamente identificadas pelo Ministério Público ou pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ).

A Fundação Vida Nova tem em funcionamento uma nova valência: Centro de Apoio Familiar e de Aconselhamento Parental (CAFAP). Através do projeto, a instituição particular de solidariedade social, sediada em Alcobaça, pretende ajudar famílias e jovens do concelho em situação de risco, devidamente identificadas pelo Ministério Público ou pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ).

“A criação de um projeto direcionado ao restabelecimento dos vínculos familiares no concelho de Alcobaça já era uma ambição com sete anos. Foi feita uma sugestão à Segurança Social, mas entretanto as burocracias alteraram-se e atrasou-se todo o processo”, revela ao REGIÃO DE CISTER a diretora técnica da instituição. A assinatura do protocolo com o Centro Distrital de Leiria do Instituto da Segurança Social, que permitiu a implementação da valência na modalidade de “Ponto de Encontro Familiar”, decorreu em outubro e, desde então, a equipa constituída por uma assistente social, uma educadora social, uma psicóloga e um mediador familiar, iniciou o processo de formação. “São profissionais devidamente formados, obviamente, mas frequentaram outra formação mais direcionada ao modo de atuação num CAFAP”, sublinha Ana Reis.

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Segundo a mediadora familiar e educadora social, a ação do CAFAP inicia-se com uma fase de avaliação, através de uma entrevista individual aos pais. “Através da entrevista tentamos entender qual o constrangimento. Por vezes há problemas na guarda partilhada e na troca do menor. Nesses casos o ponto de encontro serve de espaço neutro e idóneo para a permuta, estando salvaguardado o bem-estar da criança”, explica Vitória Monteiro. Contudo, “cada caso é um caso” e o objetivo é resolver os problemas inerentes da dissolução do seio familiar, através de um acompanhamento dos progenitores até ao momento em que seja cómodo para ambos discutir, tranquilamente, assuntos relacionados com o filho.

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