Quinta-feira, Maio 14, 2026
Quinta-feira, Maio 14, 2026

Relação de Coimbra confirma que Mário Cerol não vai a julgamento no caso dos incêndios de Pedrógão

Data:

Partilhar artigo:

O Tribunal da Relação de Coimbra confirmou, esta terça-feira, que Mário Cerol não vai a julgamento no processo dos incêndios de Pedrógão Grande, em 2017. O alcobacense, à data dos factos segundo comandante distrital, tinha sido acusado pelo Ministério Público, mas o Tribunal de Instrução Criminal de Leiria tinha decidido não o levar a julgamento.

O Tribunal da Relação de Coimbra confirmou, esta terça-feira, que Mário Cerol não vai a julgamento no processo dos incêndios de Pedrógão Grande, em 2017. O alcobacense, à data dos factos segundo comandante distrital, tinha sido acusado pelo Ministério Público, mas o Tribunal de Instrução Criminal de Leiria tinha decidido não o levar a julgamento.

A Relação de Coimbra recusou, assim, o recurso do Ministério Público, que queria que levar Mário Cerol e Sérgio Gomes, comandante distrital de operações de socorro de Leiria, a julgamento, confirmando a decisão instrutória de os retirar do processo.

Região de Cister - Assine Já!

O alcobacense foi um dos primeiros arguidos conhecidos da investigação aos incêndios de Pedrógão Grande, que causaram pelo menos 64 mortos.

Uma vez que o primeiro comandante do CDOS de Leiria, Sérgio Gomes, estava hospitalizado, Mário Cerol foi o primeiro elemento da estrutura de comando da ANPC a assumir o comando das operações no terreno, logo a seguir ao comandante de bombeiros de Pedrógão, e até ser substituído pelo segundo comandante nacional, Albino Tavares.

No decorrer da investigação, o antigo comandante dos Bombeiros de Alcobaça revelou estar de “consciência tranquila” e evitou prestar declarações sobre o desenvolvimento do caso. A decisão do Tribunal de Instrução Criminal de Leiria em não levar Mário Cerol a julgamento foi conhecida a 21 de junho de 2019, tendo o Ministério Público contestado a decisão.

Deste modo, o julgamento referente aos incêndios de Pedrógão Grande vai sentar no banco dos réus os então presidentes das Câmaras de Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos, o na altura vice-presidente da Câmara de Pedrógão Grande, a engenheira florestal do município, o comandante dos Bombeiros Voluntários de Pedrógão Grande, o subdiretor da área comercial, o subdiretor da área de manutenção do Centro da EDP e três responsáveis com cargos na Ascendi Pinhal Interior.

AD Footer

Artigos Relacionados

Recuperada placa que enaltece beneditenses que participaram na 1.ª Guerra Mundial

A Associação Empresarial da Benedita (AEB), em parceria com a empresa Natstone, promoveu recentemente a recuperação de uma...

Grupo H Saúde tem equipamento único no país para exames mamários

A Xismor, clínica do Grupo H Saúde em Rio Maior, acaba de reforçar a sua oferta clínica com...

Ceeria inaugura novo lar e CACI no valor de 2,8 milhões de euros

O Centro de Educação Especial, Reabilitação e Integração de Alcobaça (Ceeria) inaugurou, na passada sexta-feira, o novo Lar...

Meses de mar fechado deixam pescadores da Nazaré sem rede

Só agora, já com maio a avançar, o mar parece começar a dar tréguas. Ainda assim, a estabilidade...

Aceda ao conteúdo premium do Região de Cister!