Sexta-feira, Agosto 12, 2022
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Bunny Kills Bunny: uma história de amor em tempos de pandemia

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Recém-noivos e confinados, 24 sobre 24 horas, começaram a gravar música para passar o tempo e ajudar a atenuar o “caos mental” com o desconforto de uma “situação inédita e estranha”. Bunny Kills Bunny é o nome do mais recente projeto dos alcobacenses Ricardo Coelho, músico da banda Cavaliers of Fun e antigo membro dos Loto, e Joana Pena, que surgiu no âmbito dos confinamentos impostos pela pandemia da covid-19.

Recém-noivos e confinados, 24 sobre 24 horas, começaram a gravar música para passar o tempo e ajudar a atenuar o “caos mental” com o desconforto de uma “situação inédita e estranha”. Bunny Kills Bunny é o nome do mais recente projeto dos alcobacenses Ricardo Coelho, músico da banda Cavaliers of Fun e antigo membro dos Loto, e Joana Pena, que surgiu no âmbito dos confinamentos impostos pela pandemia da covid-19.

Para a dupla, “fazer música fez sentido e foi sentida na ordem dos acordes e palavras enquanto o mundo lá fora ardia”. Os primeiros resultados estão agora à vista. “Brave New World” revela a “história de amor de uma nova banda em tempos de pandemia” e é o single de avanço de um EP que está previsto ser lançado ainda este ano, mais precisamente no último trimestre. Já está disponível nas principais plataformas de música digitais. 

“É uma música que alimenta uma ideia de esperança e de renascimento, como forma de combate a um tempo lento, que não deu tréguas e que manteve a vida em suspenso a tantos nós”, lê-se em comunicado da Bunny Kills Bunny.

Gravar música que fizesse jus ao que o casal estava a sentir durante o primeiro confinamento foi o mote e a razão que fez nascer “Brave New World”. O feedback não poderia estar a ser melhor e assim começam a surgir os primeiros fãs. “As pessoas têm-se identificado muito com a música”, conta Joana Pena.

Ligada profissionalmente à área dos Recursos Humanos, e, apesar de não ter tido anteriormente qualquer experiência na música e de nunca ter ouvido a sua voz gravada, Joana Pena sempre gostou de cantar e de participar em diversos karaoke. “Já tínhamos pensado em fazer algo juntos e considerámos que tinha chegado o momento”, adianta. E assim começaram a escrever letras e a compor músicas, surgindo as primeiras canções, que são como “fotografias de um tempo” que revelam emoções “mundanas”, “incómodas”, “bonitas” e “confusas” e um “roteiro das aventuras interiores”.

“Os temas têm a ver com as nossas histórias e vivências individuais e em conjunto”, refere ainda a alcobacense. Já o nome da banda surgiu em contexto de uma viagem a Nova Iorque, em janeiro do ano passado, enquanto visitavam o Museu de Arte Moderna, e se depararam com a imagem divertida de um coelho. “Coelho” que é também o nome da família de Ricardo, da qual Joana fará parte em breve.

Através deste projeto, os músicos pretendem também “regressar às origens”, tal como é visível na capa do single já lançado que apresenta uma fotografia antiga de Joana Pena com a família. Esta tendência vai repetir-se nos próximos temas que vão poder ser conhecidos ao longo dos meses. 

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