Sábado, Setembro 24, 2022
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Mirense Romano Saraiva soma conquistas no meio artístico

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Aos 24 anos, Romano Saraiva divide a vida entre o ensino de Educação Visual e um projeto artístico ligado à escultura com o qual tem vindo a ganhar cada vez mais visibilidade no mundo das artes. 

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Natural de Mira de Aire, o jovem escultor gosta de explorar várias abordagens plásticas através de diferentes cruzamentos, nas quais seja possível explorar a cor, o volume e a textura dos materiais, de forma a encontrar sempre novas soluções plásticas e criativas.

Brevemente vai integrar o catálogo “Prémios Belas Artes”, da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, onde concluiu a formação superior em Pintura, que promove o trabalho de alunos e ex-alunos que tenham sido distinguidos nos últimos dez anos. A obra que estará em destaque na publicação é “Indagação Universal Nr.º 1: O Dilacerar da Gravitação”, trabalho que deu ao artista uma menção honrosa atribuída pelo Museu das Artes de Sintra, no ano passado.

Outra das obras que tem vindo a ganhar cada vez mais notoriedade é “Tired Humanity” (na fotografia), um pneu em mármore construído para ser apresentado na XXII Bienal Internacional de Arte de Cerveira, onde foi uma das dez obras distinguidas com o Prémio Aquisição. A bienal de arte mais antiga do País e da Península Ibérica teve início no passado mês e vai realizar-se até final do ano, sob a temática “We Must Take Action” que reflete para as questões do ambiente e da sustentabilidade.

“Esta obra representa uma reflexão da evolução humana e da relação da humanidade para com o meio e contexto em que se insere, tentando uma abordagem contemplativa para além da crítica”, avança o mirense, em declarações ao REGIÃO DE CISTER. “Esta distinção é um passo muito importante para a minha carreira”, acrescenta.

“Tired Humanity” pertence agora ao espólio da Fundação Bienal de Arte de Cerveira e vai estar em exposição até ao final da iniciativa. Esta foi a segunda vez que o artista participou no evento de arte de Cerveira. Em 2020, a sua obra “Quadrante Real/ Virtual” foi selecionada para ser exposta na XXI Bienal, seleção que lhe “abriu portas” para participar em várias exposições individuais e coletivas por todo o País.

 

 

 

 

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