As ruas de São Martinho do Porto voltam a estar em festa de 4 a 14 de junho, para as tradicionais Festas de Santo António, que levará a palco grandes nomes da música portuguesa.
Os festejos começam precisamente no dia 4 de junho, na próxima quinta-feira, com o arranque dos concertos, às 22 horas. O pontapé de saída é dado por Toy, um dos nomes mais queridos da música popular portuguesa: o cantor setubalense acumula décadas de carreira e sucessos que toda a gente conhece, como o incontornável “Coração Não Tem Idade”. No dia 5, é a vez de Nininho Vaz Maia, cantor português que interpreta um pop contemporâneo com elementos de flamenco, percussão vigorosa e guitarras, uma mistura que o tornou num dos artistas mais afamados do País. O álbum “Raízes” marcou um momento decisivo na sua carreira, alcançando o Disco de Platina em Portugal.
No dia 6, sobem ao palco os Maxi, um trio com um estilo inovador inspirado nos ritmos que conquistaram milhões de admiradores nos países da América do Sul. No dia 7, destaque para a passagem do Domingão, programa da Sic.
Mas há mais: no dia 8, é tempo de a Roda de Samba do Elias animar a noite, e na terça-feira, dia 9, é a vez do Califlow.
No dia 10, os Ritmaria tomam conta do palco, e no dia 11, atua o Tio Jel, trazendo o conceito de “Sal Grosso”. No dia 12, chega a vez de ouvir os Rock Tuga, uma banda lisboeta. E ainda na mesma noite, à meia-noite, o céu ilumina-se com o já habitual fogo de artifício. No dia 13 haverá Kizomba na Rua, e, no dia 14, às 19 horas, um espetáculo do Rancho Tá-Mar da Nazaré, um rancho que tem como finalidade manter vivos os cantares e danças da Nazaré, os seus trajes e costumes, bem como despertar nas novas gerações o gosto pelo conhecimento do passado da terra de pescadores. A programação musical encerra também no dia 14, às 20 horas, com o concerto de Marco Nunes.
A par da programação musical, há uma agenda religiosa também associada à festa. Haverá as já habituais orações, missas e procissões, com destaque para a Procissão do Mar, com benção do mar e das embarcações.
texto adriana zeferino


