Quinta-feira, Fevereiro 22, 2024
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Câmara da Nazaré reduz dívida em 1,7 milhões

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A Câmara da Nazaré abateu 1,7 milhões de euros à dívida em 2014, ano durante o qual apresentou um resultado positivo de 930 mil euros, mas continua numa situação financeira frágil, com uma dívida de 40,3 milhões de euros.

A Câmara da Nazaré abateu 1,7 milhões de euros à dívida em 2014, ano durante o qual apresentou um resultado positivo de 930 mil euros, mas continua numa situação financeira frágil, com uma dívida de 40,3 milhões de euros.

Segundo o relatório de gestão da Câmara e Serviços Municipalizados, aprovado esta segunda-feira com os votos favoráveis do PS e os votos contra dos vereadores do PSD e do Grupo de Cidadãos Independentes, a autarquia registou 12,2 milhões de euros de receitas no ano passado e despesas no montante de 11,2 milhões de euros, tendo baixado os custos totais em cerca de 60% relativamente ao ano anterior.

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A despesa com pessoal continua a representar a maior fatia dos custos da Câmara, no valor de 2,9 milhões de euros, ainda assim apresentando uma redução de 20% relativamente a 2013.

A Direção-Geral da Administração Local estima em 20,1 milhões de euros o limite de endividamento de uma autarquia que recorreu ao Fundo de Apoio Municipal, tendo já recebido 7,5 milhões de euros relativos ao Apoio Transitório de Urgência. Essa verba permitiu liquidar faturas relativas a projetos financiados por fundos europeus, o que irá libertar verbas para a Câmara.

Durante a discussão do relatório de gestão, António Trindade recordou ter sido “uma das vozes mais críticas” dos executivos liderados por Jorge Barroso (PSD), mas elogiou “a obra feita” pelo ex-autarca. “Os senhores ignoram completamente o que foi feito de bom. O anterior presidente de Câmara cometeu muitos erros de gestão, mas também fez muita coisa bem, nomeadamente investimentos que estão enterrados, como a água e o saneamento”, declarou o líder do Grupo de Cidadãos Independentes. Em resposta, Walter Chicharro disse que António Trindade “parecia Jorge Barroso” a falar, salientando o esforço que a autarquia tem feito para regularizar dívida: “Há obra [do passado], mas ando eu a pagá-la”. 

Na declaração de voto na sessão de Câmara, os vereadores do PSD manifestaram-se contra o relatório de gestão, por considerarem que nele existem “violações ao Orçamento de Estado que podem vir a originar mais retenções de verbas” ao município, enquanto do lado do PS a vereadora Regina Piedade considerou que a recuperação financeira “superou todas as expectativas”.

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