Domingo, Fevereiro 8, 2026
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REGIÃO DE CISTER anda ‘À boleia com a Epadrc’

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É na cozinha que começam estas palavras, ao som das facas que cortam os tomates e os cogumelos, no Montebelo Aguieira – Lake Resort & Spa. O chef Carlos Silva e o professor Rui Lopes, da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Cister (Epadrc), já decidiram a ementa.

É na cozinha que começam estas palavras, ao som das facas que cortam os tomates e os cogumelos, no Montebelo Aguieira – Lake Resort & Spa. O chef Carlos Silva e o professor Rui Lopes, da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Cister (Epadrc), já decidiram a ementa. O vinho das Caves Aliança, local que os alunos tiveram a oportunidade de conhecer na tarde desta segunda-feira, já está em cima da mesa. 
Há torresmos fatiados. É o cheirinho dos lombos de porco na chapa que começam a despertar os sentidos. A acompanhar um arroz cremoso de cogumelos, sem esquecer uma salada de tomate, pepino e salicórnia. Sim, salicórnia, apanhada nas salinas da Figueira da Foz. O seu peso vale ouro. Quanto à sobremesa, já lá vamos. 
O REGIÃO DE CISTER anda, literalmente, ‘À boleia com a Epadrc’. 
Uma viagem que começou esta manhã à porta da escola. O primeiro destino foi o hotel Eurostars Oásis Plaza, na Figueira da Foz. Um momento para os 42 alunos, dos cursos técnicos de Restauração/Restaurante Bar e Cozinha e Pastelaria (dos 1.º aos 3.º anos), conhecerem a teoria aplicada na prática. 
Pausa. Agora, vou provar o manjar dos deuses, quer dizer do chef da Epadrc. 
De regresso. O jantar estava… fantástico. Para sobremesa, umas apetitosas cerejas da terra do professor Rui Lopes, lá para os lados de Proença-a-Nova (Castelo Branco). 
Os momentos cá por casa, são interrompidos pela entrada e saída de alunos. O ambiente é de festa, de descontração. 
“A Epadrc é uma família”. Ficou-me esta frase do chef Carlos Silva na cabeça e que faz todo o sentido passá-la para estas linhas. É verdade. É isso que se sente por cá. Cumplicidade, amizade e alegria na partilha. 
Aqui, como explica o professor Rui Lopes, “não é preciso chamar a atenção: Estão numa realidade que lhes abre todos os sentidos. Estão focados e absorvem tudo com admiração e encantamento”. 
“É uma oportunidade de tirá-los do caráter formativo formal e trazê-los para o contexto de aprendizagem informal, no qual tudo faz sentido”, acrescenta o professor. 
A festa faz-se em cada quarto. Ouvem-se palavras mais altas nas varandas. 
Fica a experiência que será relembrada com alegria e nostalgia nos próximos dias e daqui a uns anos.

Amanhã há mais. O seu semanário vai de boleia até ao Piódão. 

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