Terça-feira, Abril 14, 2026
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Jovem arquiteto alcobacense dá nas vistas com “The Metamorphic House”

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João Siopa Alves é o finalista português do Young Talent Architecture Award (YTAA) 2018 com a “The Metamorphic House” [Casa Metamorfórica], projeto que lá lhe valeu uma menção honrosa no concurso Archiprix Portugal 2018. 

A “The Metamorphic House” [Casa Metamorfórica] já valeu a João Siopa Alves o estatuto de finalista português do Young Talent Architecture Award (YTAA) 2018 e uma menção honrosa no concurso Archiprix Portugal 2018. 

Ao YTAA concorreram, este ano, 334 projetos de 32 países, entre os quais dez portugueses, para além do alcobacense. “É um orgulho ser selecionado ao lado de colegas e amigos com trabalhos óptimos a representar a boa arquitetura que se pensa em Portugal”, frisa o arquiteto, realçando ainda “a oportunidade muito boa para poder partilhar uma nova visão” que explora “para a arquitetura”. Relativamente ao Prémio Archiprix Portugal, que tem o mesmo âmbito do YTAA mas num contexto nacional, distinguindo os melhores trabalhos de fim de curso de mestrado apresentados nas áreas de Arquitectura, Urbanismo e Arquitectura Paisagista, João Alves Siopa foi um dos dez jovens que mereceram uma menção honrosa.

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O projeto a concurso em ambas as competições foi o trabalho de final de mestrado, que se resume a “um sistema de projetar habitações unifamiliares modulares, personalizáveis, flexíveis e impressas em 3D que opera em novas construções e em preexistências”. 

“Graças a este sistema proponho a consolidação e requalificação do Bairro do Rio Seco, que se localiza junto ao Palácio Nacional da Ajuda em Lisboa”, explica o arquiteto, que terminou a formação na Universidade de Lisboa no final do ano passado.

A par disso, recebeu por estes dias ainda a notícia de que o projeto que tinha realizado com os colegas de faculdade foi considerado o terceiro melhor projeto no concurso do Museu Nacional da Liberdade no Forte de Peniche. 

“A proposta que foi desenvolvida por mim, pelo Marcelo Cardia e Charles Cossement, apresentava uma visão espacial que acreditamos para o museu, mas infelizmente não vai ser possível colaborar no projeto”, nota o alcobacense. “Só o 1.º prémio será construído, sendo que o nosso 3.º prémio é apenas um reconhecimento do júri da proposta apresentada”, acrescenta o jovem. 

Apesar do reconhecimento em concursos nacionais e internacionais, o futuro de João Alves Siopa continua “imprevisível”: “continuo num processo de muito trabalho, aprendizagem e descoberta da arquitetura e só o tempo dirá o caminho que irei seguir”.

 

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