Já passou um mês desde que o Círculo de Arte, Cultura e Desporto do Vimeiro (CACDV) tem novos órgãos sociais, e, nesse sentido, importa perceber quais são as prioridades, o que é que já está a ser feito e o que é que ainda falta fazer pelo novo elenco diretivo.
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A obra mais urgente é a substituição da cobertura do pavilhão gimnodesportivo, atualmente em amianto – um impedimento à plena legalização do espaço. “O telhado é a nossa prioridade imediata. Está adjudicado, começa em setembro e a conclusão está prevista para outubro, antes da festa de freguesia”, explicou Patrício Filipe. Concluída a cobertura, a direção quer instalar balizas no piso superior do pavilhão para a prática de futsal.
No bar, o passo seguinte é a instalação elétrica. ”Estamos a aguardar o projeto elétrico para fazer tudo de acordo com a lei e ficar definitivamente regularizado. Só depois de concluída a parte elétrica avançamos para o teto falso”, disse o presidente ao REGIÃO DE CISTER.
Enquanto as infraestruturas não estiverem em perfeitas condições, a atividade associativa mantém-se em compasso de espera – com exceção do Rancho Folclórico do Vimeiro, que continua em funcionamento. “É importante pormos tudo em ordem para depois podermos desenvolver atividades com tranquilidade. O objetivo é termos tudo legalizado para trabalharmos sem limitações”, sublinhou o dirigente.
A associação está também aberta à comunidade para aluguer ou cedência do espaço para eventos. “O Círculo é de todos. Queremos que a comunidade possa usar o espaço”, reforçou o presidente. Entre os eventos já no horizonte, a direção prepara para setembro uma prova de hill climb de moto na encosta do Cabeço Castelo, uma subida de 160 metros onde os participantes tentam chegar o mais longe possível, ou ao topo no menor tempo. Intitula-se “A Subida Quase Possível do Vimeiro” e tem já histórico na localidade.
A nova direção, composta maioritariamente por elementos que já integravam mandatos anteriores, apresenta-se como uma equipa voluntária e transversal. “Somos pessoas de várias áreas, com vontade de ajudar e de fazer as coisas de forma sustentável. Toda a ajuda é bem-vinda”, concluiu Patrício Filipe.
Quanto à assembleia geral ordinária, realizada a 17 de maio, esta ficou marcada pela unanimidade. A Lista A recolheu a totalidade dos votos dos sócios presentes, e Patrício Filipe assumiu a presidência da direção com uma agenda já definida: legalizar o pavilhão gimnodesportivo, concluir as obras do bar e devolver à associação condições para voltar a fazer eventos.
Do plenário saíram também eleitos para a Mesa da Assembleia Geral: António Silva como presidente, Luís Ribeiro como secretário e Élia Fialho como segunda secretária. A direção fica completa com Humberto Ribeiro na vice-presidência, Sofia Arcanjo na tesouraria, Lúcia Lourenço, secretária da direção, e Diogo Oliveira, como vogal.


