Segunda-feira, Outubro 26, 2026
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Covid-19: Sónia Tavares ajuda hospital com espetáculos de pijama no Instagram

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Em tempos de pandemia, não tem faltado criatividade e boa vontade para ajudar aqueles a quem esta crise mais tem afetado. Uma atitude também seguida pela alcobacense Sónia Tavares, que lançou na sua conta de Instagram uma campanha de angariação para apoiar a ala de obstetrícia do Hospital Amadora Sintra. 

Em tempos de pandemia, não tem faltado criatividade e boa vontade para ajudar aqueles a quem esta crise mais tem afetado. Uma atitude também seguida pela alcobacense Sónia Tavares, que lançou na sua conta de Instagram uma campanha de angariação para apoiar a ala de obstetrícia do Hospital Amadora Sintra. 

“Entraram em contacto comigo dizendo que estavam com falta de equipamento médico-hospitalar, como máscaras e fatos, questionando se poderia ajudar”, conta ao REGIÃO DE CISTER a voz dos The Gift, que decidiu de imediato abraçar a causa. “Tenho um especial carinho por aquele hospital pois foi lá que fiz a minha primeira ecografia, quando estava grávida, e vi pela primeira vez o meu filho”, recorda.

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Deu asas à imaginação e decidiu criar uma “Pijama Sessions”, partilhando com os seus seguidores, durante quatro dias, quatro “mini-espetáculos”. A cantora interpretou as músicas “Cheek to Cheek”, “Misty”, “Why Don’t You Do Right” e “I’ve Got You Under My Skin”, a partir de casa, com pijamas “brutalmente giros”. “Somos quase 80 mil nesta conta, se cada um contribuir com 50 cêntimos, faremos a diferença”, apelou a alcobacense, ao lançar a iniciativa. 

As reações dos seguidores não tardaram, que aplaudiram a iniciativa e se mostraram disponíveis para ajudar. “Conseguimos angariar mil euros, o que foi bastante positivo para uma campanha de apenas quatro dias”, adianta Sónia Tavares. 

Fica mais uma vez provado que a união faz a força e que é possível continuar a inovar neste momento tão crítico que a área artística enfrenta. “O meio da música é muito incerto e os artistas já estão habituados a viver nesta incerteza”, lamenta, afirmando que a “música nunca vai acabar, mas que vai apenas ser adiada”. “O mais importante agora é unirmos esforços para combatermos esta pandemia e ajudarmos quem mais precisa”, concluiu. 

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