Quinta-feira, Junho 4, 2026
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Fazendo a diferença…

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Que 2025 seja o ano em que a saúde mental se torna prioridade

Teresa Radamanto

Janeiro é conhecido por ser “o mês mais longo” do ano. tem os mesmos 31 dias que março ou maio; contudo, isto acontece, de acordo com estudos sociológicos devido à sensação de “peso e obrigação” após resoluções de ano novo. A frustração de não conseguirmos cumpri-las resulta em frustração e desmotivação. O recomeço de rotinas, o início de mudanças ou até mesmo os desafios económicos “pós-festividades” podem resultar em ansiedade.

No limiar de fevereiro, importa perceber que temos ainda 11 meses para fazer “a diferença”. Não é um sprint, mas sim uma maratona. A ansiedade e o stress perturbam a saúde mental. Que 2025 seja o ano em que a saúde mental se torna prioridade. Isso fará toda a diferença! Por falar em “fazer a diferença” findo esta crónica com uma mensagem que se interliga com isto mesmo: trata-se da importância da consistência diária em toda e qualquer manobra que inverta padrões comportamentais. Inverter padrões perante o erróneo é necessário e essencial.

Nos últimos dias ficámos em choque com um crime de violência abominável em solo educativo, debaixo de “telha segura”! As lições patentes no curso da História ensinaram-nos já muito, porém, o conto repete-se vezes sem conta, assim como, as sucedâneas indignações que acabam por se dissipar “ao vento”.

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Fazer a diferença passa por colocar estas questões com veemência; passa por nos indignarmos e por não permitir que o “vento tudo leve”. Hoje impera “fazer a diferença”. Mas como? Como é que mais uma história de injustiça vai fazer a diferença? Como “educar quem não quer ser educado”? Como nos podemos insurgir contra a indiferença e inercia do poder? Moldando as gerações futuras na raiz destacando a importância e a necessidade de se fazer frente ao preconceito através da defesa dos mais vulneráveis e educando-os a promover a paz nas comunidades através de projetos de cidadania. Promovendo a importância da denúncia e exposição de agressores; a importância do dever cívico da intervenção sem passividade por medo de consequências e denunciando e punindo todos os Pôncio Pilatos deste país.

Parabéns às instituições escolares que se pautam por estes princípios e que fazem, diariamente, a diferença!

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