Sexta-feira, Maio 1, 2026
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D. José Traquina não acredita na reencarnação

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D. José Traquina, bispo auxiliar de Lisboa, afirmou, em entrevista ao Jornal de Leiria, não acreditar na reencarnação. O alcobacense abordou ainda outras questões da Igreja, como o celibato e a ordenação de mulheres, e comentou a economia do País.

D. José Traquina, bispo auxiliar de Lisboa, afirmou, em entrevista ao Jornal de Leiria, não acreditar na reencarnação. O alcobacense abordou ainda outras questões da Igreja, como o celibato e a ordenação de mulheres, e comentou a economia do País.

Quando questionado sobre a melhor forma de enfrentar a questão das vocações, D. José Traquina, natural de Évora de Alcobaça, afirmou: “não acredito na reencarnação. É esta a vida que Deus nos dá. E é nesta que somos chamados a ser felizes. Esta preocupação deve estar presente na formação dos padres. O interesse da Igreja é ter padres felizes. A preocupação dos homens da Igreja não é a de conquistar poder, mas a de contribuir para a felicidade das pessoas e para a humanização do mundo”.

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Na entrevista, o bispo auxiliar de Lisboa, demonstrou ainda ser liberar na questão de manter o celibato obrigatório, quando se trata de uma necessidade da Igreja, afirmando que “mas o Papa ou a Igreja, por razões de necessidade do povo de Deus, podem decidir ordenar um homem casado. Não é uma coisa de outro mundo”. 

Sobre a questão de ordenação de mulheres, o alcobacense defende o papel da mulher como sendo “necessária na Igreja para pensar, para estar nos lugares de decisão e para dar o seu olhar e parecer. Não pode servir apenas para decorar a igreja”, lembrando a importância de figuras femininas na Igreja como Santa Catarina de Sena,Teresa Saldanha, Maria Clara do Menino Jesus e Teresa de Calcutá.

D. José Traquina termina com uma reflexão: “que economia é esta que permite, por exemplo, que uma multinacional em Portugal, que dá trabalho a 200 pessoas, as possa colocar no desemprego, para abrir uma fábrica na China, onde há exploração de mãode-obra? Mata de um lado e mata do outro. Deixa uns no desemprego e vai explorar outros”.

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