Sábado, Novembro 7, 2026
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Padel: Patrícia Ribeiro quer manter-se no topo

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A alcobacense Patrícia Ribeiro terminou o ano de 2018 na 5.ª posição do ranking da Federação Portuguesa de Padel, subindo dois lugares comparativamente ao ano anterior.

Para a antiga campeã nacional de ténis, 2018 “foi um ano muito positivo“, em que concretizou “o principal objectivo da época“, que era a presença “no Mundial de Padel, no Paraguai“, contou Patrícia Ribeiro ao REGIÃO DE CISTER, notando ainda que foi um ano “excelente em termos de evolução técnica e tática“.

A alcobacense iniciou o seu percurso desportivo no ténis aos 5 anos, no Clube de Ténis de Alcobaça, tendo sido campeã nacional nas camadas jovens várias vezes. Mas uma lesão crónica no cotovelo, aos 19 anos, obrigou-a a pôr um ponto final numa carreira ainda curta, mas muito promissora. 

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Em termos individuais, sagrou-se campeã nos escalões de sub-12 e sub-14, tendo sido também a melhor na vertente de pares em quase todos os escalões de formação, em duplas femininas e mistas. Foi ainda vice-campeã nacional em 2001, ao lado da irmã Filipa Ribeiro.

Depois de vários anos sem jogar, decidiu, em 2015, “experimentar ter aulas de padel“, com um “amigo do ténis“ e passado apenas um mês disputou o primeiro  torneio da modalidade. “Correu bastante bem e o bichinho da competição apoderou-se novamente“ da tenista. Desde então que compete todos os fins de semana, continuando com o mesmo treinador, Diogo Schaefer, e no mesmo clube, o Lisboa Racket Centre.

O que distingue as modalidades é a “vertente mais social“ do padel, “por se jogar sempre a pares“, sendo que “até pais e filhos podem jogar juntos”, explica a alcobacense, enquanto que o ténis é “jogado maioritariamente em singulares“, tendo “uma aprendizagem mais lenta“ e exigindo “muito mais do praticante“, sendo, no entanto, um “desporto muito desafiante, que exige muita técnica e muito treino“.

Ainda assim, a  grande diferença que a jogadora encontra é que no ténis “era jogadora profissional”, enquanto que agora tem de “trabalhar 8 horas por dia e ainda encontrar tempo para os treinos”. Quanto a preferências “é muito difícil responder“, neste momento é “o padel“, mas há uns anos era “o ténis“.

Para 2019 o objetivo é “fazer ainda melhor“, “participar no Europeu“ e chegar ao “top-4 do ranking” nacional. “Trabalhar diariamente para chegar cada vez mais próximo das jogadores de topo“ é a meta. 

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