…do mundo é em Alcobaça. Mas não digam a ninguém. Porque não? Porque as irmãs e a família Machado assim o brincam no cartaz que aponta na direção desta casa, sita na Rua Engenheiro Duarte Pacheco, mesmo à esquina.
No tempo da pandemia, essa maldita, fiz um pequeno exercício numa rede social (o LinkedIn) que se tornou viral. Chamava-se, mais ou menos, dez coisas que me fazem adorar Portugal. A lista continha coisas como Atum Tenório, Café Camelo, Água Castello,...
Quando recebi o convite para escrever uma coluna este jornal, não hesitei em escolher o nome: Passadeira.Sendo uma cidade pequena, com um trânsito que em nada se compara ao das cidades maiores, reparei que um dos grandes desafios quotidianos de um morador de Alcobaça é passar, em segurança, numa passadeira.
Já vi isto a acontecer, a mim e aos outros, mais vezes do que seria civilizado:Um autocarro do expresso, a caminho da rodoviária, ia-me arrancando o nariz na passadeira em...
Estive presente no lançamento do programa do multiusos de Alcobaça: Panorama. Fi-lo enquanto amigo e colega do Nuno Gonçalves (The Gift), mas também como cidadão...
É o nome do livro do famoso escritor norte-americano Bret Easton Ellis, responsável por romances de ficção como O Psicopata Americano (1991) ou Glamorama (1998)....
Slavov Zizek é um filosofo contemporâneo Esloveno, que as redes sociais têm, inesperadamente, celebrado e tornado popular.
Terá talvez que ver com a sua imagem...
Foi notório o ano passado, e a intensidade não diminuiu em 2025, que Alcobaça, através da sua edilidade, está a arregaçar as mangas. Benditos ciclos...
Quem são eles?
Somos todos nós.
Quem no café, disparata sobre russos e ucranianos, israelitas e palestinos, sudaneses, como se de futebol se falasse, e as cabeças...
A força do… calma…
Que a política estraga o que arte construiu, e separa o que a música une.Triste realidade.
No próximo sábado, dia 26, estarei a tocar para cerca de 8000 pessoas, em Lisboa.
Foi um espetáculo que reuniu toda a nossa comunidade não só dentro do país, mas a quem se juntam centenas de fãs que vem do estrangeiro para...
O Outono mostra-se, bem português.
Ainda há uns dias a floresta ardia, agora chove a cântaros, os miúdos já na escola, os pais e mães dentro dos carros impunemente mal-estacionados em frente ao Ciclo, à espera de uns filhos que são mais que os outros.
A silly season acaba, começa a dureza.
A primeira notícia mundial é de um rapper que organizava...
As festas populares das cidades e das aldeias de Portugal são o seu mais brilhante sorriso. Configuram um tempo que, sem hierarquias ou classes, a todos pertence para fazermos o que bem dele entendemos. Em particular: fazer qualquer coisa que nos distraia das agruras da vida nos dias que não são de festa, e nos anime para o regresso...
O 25 de Abril fez 50 anos. O 25 de Novembro vai fazer 49 e começa a ganhar o seu espaço, à conta de um revisionismo sem vergonha e sem memória. Salazar caiu da cadeira há 54 anos e a saudade bateu forte para alguns, que não sendo poucos, estão sempre é a mais.
Mas há bom remédio:
Tive a sorte...
Quando saio da Académica, sou quase abalroado em cima da passadeira por um condutor do expresso (ainda lhe fiz um sinal com a mão, ele sorriu e acenou) penso: será este o meu destino na terra em que escolhi viver? Talvez porque, dois dias depois, após colocar o lixo na reciclagem, um jipe quase me leva à frente, sempre...
Cada vez que saio de casa para pôr o lixo, passo por baixo de um cartaz do messiânico Chega. É apropriado.
Afinal, ele irá mudar e salvar o país, nem que para isso tenha de pedir emprestada a energia aos vizinhos da esquerda, como fez o seu homónimo argentino.
Depois do psicadélico mural da JMJ, ali para durar na avenida do...
O Lúmen é um espetáculo magnifico, com um contexto próprio a uma cidade que reclama o amor imortal de Pedro e Inês, apesar de sabermos que nada disto se passou aqui e que a Alcobaça foi somente consagrado o descanso eterno dos amantes. É uma performance que envolve a comunidade local e só podemos dar graças à SA Marionetas...
São muitas as pessoas que me interpelam na rua para me parabenizar pelos artigos que aqui escrevo, “sem papas na língua”, neste jornal, mas acho que sou eu que aproveito o ensejo para agradecer a oportunidade de o fazer e, sobretudo, de pensar Alcobaça. Nem sempre é fácil dizer bem. Não o faço por mal mas apenas porque, por...