Segunda-feira, Abril 13, 2026
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Opinião

Autogestão

É impossível ignorar a sensação de que a sociedade civil está sozinha neste país. Tem sido sintomático. É uma consciência que se instala e pode até não ser uma coisa negativa perante a evidente falta de coordenação, resposta e execução da parte do poder central.Não vale a pena estarmos a listar e a criticar o que está a vista de todos. Estamos demasiado cansados para isso. Não vale a pena sequer perder um momento a pensar nisso. Estamos, infelizmente,...

Um capítulo que chega ao fim

Querido REGIÃO DE CISTER, Chegou o momento de me despedir de ti. Em quase 13 anos escrevi de tudo: boas e más notícias, sucessos, falhanços, polémicas, momentos de alegria e de tristeza. Vi sonhos tornarem-se realidade e vi história a acontecer. Planeei, falhei, caí, levantei-me, sonhei, desiludi-me. Fiz da Rua Frei António Brandão, uma das mais frias de Alcobaça, a minha segunda casa. Estive às tuas ordens de serviço até ao dia em que fui mãe. Quanto cabe em 4.578...

Na volta do correio

Apesar de estar muito bem enquanto vocalista dos Moonspell, existem duas outra coisas que eu gostaria muito de ter sido: professor (Filosofia); e/ou funcionário dos...

É treta, ou não, afinal?

A falta de apoios é imensa, é verdade. E estas famílias merecem mais respeito e condições para acompanharem os filhos. Teresa Radamanto “A escola não é para...

Democracia, do grego demos (povo) e kratos (poder), ou seja, o poder do povo

É certo que algumas vozes se erguem contra o regime, e vejo, com alguma preocupação, quem aplauda estas opções porque destruir o regime é destruir...

O ódio chegou à cidade

A Revolução de 25 de abril resolveu muitas questões, entre as quais a Saúde, a Educação, a Democracia, a Guerra Colonial. Porém, deixou de lado...

O local do poder

As autárquicas aproximam-se em todo o seu esplendor e folclore. Nós cá estaremos de caneta em punho para botar o voto na urna e confiar...

Creio nas elites

A progressão na vida pública depende do mérito e das capacidades de cada um, sem olhar à sua origem social.” esta frase reflete os valores...

Uma fotografia apressada em tempos de férias

Decidimos ir, nas férias deste ano, aos territórios de Bach, a Turíngia e a Saxónia. Acho que fizemos bem: descobrimos tesouros como Dresden (que não...

Santos da casa

O património de uma cidade é muito mais que os seus monumentos. No caso de Alcobaça, a música, chega a sítios, move-se em direções que...

Cartoon 22-04-2021

A incrível vida (depois da morte) de D. Inês de Castro e a sua pomba Pimba

E depois da pandemia?

Arrisco uma resposta ao jeito de La Palice: não dá para saber! A única certeza é a mudança. A mudança de hábitos pessoais e sociais: distanciamento contínuo; álcool gel q.b.; KN95 ou cirúrgicas em doses triplas; “adeus” aos apertos de mão, aos beijinhos e abraços na chegada e na partida; menos idas “aqui e ali”, menos consumo. Novas oportunidades?...

Cartoon 08-04-2021

A incrível vida (depois da morte) de D. Inês de Castro e a sua pomba Pimba

O Tempo para Sempre

Na Idade Média não controlávamos o tempo. O sol, e as colheitas, marcavam o nosso ritmo. Depois da revolução industrial ganhámos mais tempo. Hoje, com os telemóveis, o tempo fugiu-nos ao controlo, de novo. Com 3 anos fui viver uma longa temporada com a minha avó Olívia, perto de Alcobaça. Camponesa, pequena proprietária de uma série de terras, de pequena...

Cartoon 01-04-2021

A incrível vida (depois da morte) de D. Inês de Castro e a sua pomba Pimba

In Illo Tempore: Páscoa feliz.

Devo dizer que, como ex-católico tradicional, formado, em grande parte, num seminário de Braga, sempre me identifiquei mais com o Natal do que com a Páscoa. No entanto, sempre percebi que o âmago dos mistérios religiosos estava na Páscoa. Talvez por isso, enquanto que, no Natal, chegava a casa dos meus pais por volta de 18 de dezembro, na...

Cartoon 25-03-2021

A incrível vida (depois da morte) de D. Inês de Castro e a sua pomba Pimba

Comprar droga

Outro dia, apeteceu-me. Telefonei a uma pessoa que conheço e combinei com ela. Fui às compras e depois fui lá ter. Ali, nas traseiras do Mosteiro, sobre o olhar altivo e novo-limpo de D. Afonso Henriques, liguei outra vez e disse-lhe: estou à porta. Ela estava lá dentro, mas veio a mãe abrir. Passou-me dois sacos, paguei em dinheiro e...
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